Metodologia Agile: o que é, como funciona e como implementá-la?

Metodologia Agile: o que é, como funciona e como implementá-la?

Você sabe o que é a metodologia Agile? Antes de entendê-la, é preciso destacar que o mercado está passando por transformações rápidas. Essas mudanças exigem flexibilidade e agilidade operacional das empresas.

Quem não consegue manter um fluxo de trabalho flexível terá grandes dificuldades para bater as próprias metas nos próximos anos. Por isso, investir em alternativas como as metodologias ágeis deve sempre ser visto como algo estratégico.

Afinal, elas garantem que os times terão um padrão de trabalho mais flexível e serão capazes de lidar com mudanças sem grandes problemas. Quer saber mais sobre o tema e como a metodologia Agile pode ajudar você? Então, continue a leitura deste post!

O que é a metodologia Agile?

A metodologia Agile surgiu em 2001 após a divulgação do Manifesto para o Desenvolvimento Ágil de Software. Esse manifesto foi assinado por 17 desenvolvedores e tem um conjunto de fundamentos voltados para tornar a criação de sistemas mais rápida sem comprometer a qualidade do produto final. Graças ao sucesso que teve, ela tem sido adaptada para outros cenários, o que a tornou comum em ambientes para além dos projetos de TI.

Quais são os valores da metodologia Agile?

O manifesto que fundou a metodologia Agile trouxe um conjunto de princípios para orientar a mudança do ambiente corporativo e, com isso, garantir que os profissionais entreguem resultados em prazos menores. Seguir cada um deles é um passo chave para ter o sucesso ao implementar uma cultura ágil nas empresas. Os quatro mais importantes são os seguintes:

  • priorizar as interações e as pessoas acima de processos rígidos e ferramentas de uso obrigatório;
  • garantir que o software seja entregue e não ter tanto foco na criação de uma documentação abrangente;
  • ter uma rotina de trabalho pautada pela colaboração contínua com o consumidor e/ou o cliente e fazer da negociação de contratos algo secundário;
  • ter times preparados para lidar com transformações e mudanças sempre e não ter um planejamento abrangente como o principal fator que orienta as suas atividades.

Quando esses princípios são seguidos, o fluxo de trabalho se modifica profundamente, e a empresa é capaz de alcançar melhores resultados. Um fluxo de feedback contínuo dos clientes permite que o produto final de cada projeto seja continuamente ajustado. Consequentemente, há mais satisfação e maior alinhamento de expectativas.

As mudanças também passam pela rotina de trabalho das equipes, que se tornam mais integradas e flexíveis. Ou seja, os profissionais terão um fluxo operacional pautado pela flexibilidade e por orientações que podem ser modificadas sempre, o que exige mais preparo e ferramentas robustas.

Por que adotar a metodologia Agile é uma boa ideia?

Investir na metodologia Agile pode mudar completamente o modo como a empresa lida com as demandas do mercado e de seus clientes. Os impactos passarão por todo o ambiente de trabalho, o que exige atenção para reduzir riscos e garantir engajamento das equipes. Se tudo for benfeito, será possível incorporar benefícios e melhorias como:

  • a priorização da satisfação do cliente em todos os processos internos;
  • mais flexibilidade para lidar com mudanças em projetos ou nas rotinas diárias;
  • entregas de resultados mais frequentes;
  • mais habilidade para entender as demandas de clientes e como elas podem ser atendidas;
  • criação de um ambiente de trabalho com alta colaboração e inovação;
  • comunicações diretas e em mais canais;
  • mais produtividade em todas as etapas da cadeia de trabalho;
  • menos dificuldades para executar rotinas diárias.

O que fazer para ser uma empresa ágil?

Existem diferentes tipos de metodologias que podem ser utilizadas pela sua empresa caso ela esteja buscando mais agilidade. As mais comuns são a Scrum, a Lean e a Kanban. Juntas, elas conseguem mudar diferentes etapas dos processos internos e, com isso, garantir que os benefícios de uma estrutura mais flexível sejam disseminados.

Veja, a seguir, como cada uma se diferencia!

Scrum

A Scrum pode ser vista como uma forma de constituir a gestão da empresa a partir de uma estrutura de competências menos rígida. Ela valoriza interações incrementais e a validação contínua dos clientes. No ambiente Scrum, os projetos são moldados da seguinte forma:

  • há o dono do produto, que lida com os interesses dos clientes;
  • o Scrum Master, que lida com o planejamento das ações e a busca pelos objetivos do projeto;
  • o daily scrum, que é uma reunião diária para alinhar expectativas e aplicar feedbacks;
  • o sprint review, feito para validar os resultados de cada etapa (sprint) do projeto;
  • o sprint retrospective, que é o momento de se planejar o sprint seguinte.

Kanban

Originária do Japão, a Kanban foi feita para racionalizar o uso de suprimentos e evitar atrasos. Ela divide as tarefas em uma organização visual, por colunas, focada no modo como o fluxo de trabalho é organizado. Geralmente, utiliza-se a seguinte distribuição:

  • tarefas a serem feitas;
  • tarefas em execução;
  • tarefas concluídas.

Conforme o perfil da atividade, as colunas são adaptadas para se alinharem mais com o perfil das etapas. Em um projeto de desenvolvimento de sistemas, por exemplo, elas podem incluir categorias para as funcionalidades que estão sendo desenvolvidas, testadas, implementadas e entregues aos usuários. Assim, os times terão alto controle sobre o que foi feito e o que deve ser entregue.

Lean

Essa metodologia também surgiu no Japão. Os projetos Lean são conhecidos pela sua estrutura enxuta e precisa. Há também uma entrega contínua de resultados, agregando mais valor ao projeto.

No ambiente Lean, as rotinas são guiadas pelos seguintes princípios:

  • redução de desperdícios;
  • aprendizagem contínua;
  • decisões rápidas;
  • capacitação da equipe;
  • entrega de resultados constantes;
  • maior integração entre times;
  • planejamento abrangente e com foco nos resultados macro;
  • feedback contínuo.

Muitas empresas estão passando pela transformação digital. A integração de soluções de TI no dia a dia de negócios permitiu o aumento de inovação e de colaboração entre equipes. Além disso, facilitou a criação de um ambiente corporativo mais robusto e preparado para lidar com as tendências do mercado.

Nesse contexto, o investimento nas metodologias ágeis deve ser visto como algo fundamental para preparar o negócio para essa nova realidade. Não adianta a empresa ter uma infraestrutura de TI moderna. Também é necessário ter profissionais bem orientados para executar as suas atividades diárias seguindo um padrão alinhado com as soluções existentes.

Por isso, não deixe de capacitar os seus profissionais para que eles possam trabalhar de acordo com estratégias como a metodologia Agile. Isso garantirá que o negócio tenha uma orientação focada em resultados e em uma cultura mais ágil, flexível e integrada. Assim, os times poderão manter as suas rotinas dentro de um elevado padrão de qualidade.

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Tecnologias disruptivas: o que são, como funcionam e qual a importância?

Tecnologias disruptivas: o que são, como funcionam e qual a importância?

Você sabe o que são as tecnologias disruptivas? Elas têm tudo a ver com as diversas transformações no segmento tecnológico, vividas nos últimos anos. Aliás, novas ferramentas estão cada vez mais presentes nas rotinas das empresas e das famílias. Diante da velocidade das mudanças, é muito importante ficar por dentro das novas tendências e, além disso, manter-se atualizado.

Está interessado em saber mais sobre esse assunto? Neste post, explicaremos detalhadamente o que são as tecnologias disruptivas, de que forma elas podem impactar a rotina de uma organização, quais são as ferramentas com esse perfil e a importância de ficar de olho nas novidades desse segmento. Confira!

O que são as tecnologias disruptivas?

Antes de explicar o que são as ferramentas disruptivas, é preciso compreender o significado do termo disrupção. Essa palavra faz referência ao ato de quebrar ou descontinuar um determinado procedimento que já estava consolidado, ou estabelecido.

Quando aplicada ao contexto organizacional e tecnológico, a disrupção é tratada como um modelo de negócio que propõe algo diferenciado e inovador no mercado, ou seja, há uma quebra com padrões até então vigentes.

As tecnologias disruptivas fazem referência, portanto, às ferramentas que surgem no mercado e proporcionam o nascimento de novos serviços ou produtos inovadores. Elas causam várias transformações e rompem com padrões até então em vigor.

Por outro lado, é muito importante destacar que uma ferramenta disruptiva não pode ser vista como reacionária, pois ela não tem a intenção de acabar com algo já existente, mas sim introduzir uma novidade no mercado.

Como elas impactam a rotina das empresas?

As tecnologias disruptivas influenciam diretamente na rotina das organizações. Elas contribuem para as empresas buscarem formas de se adaptarem às transformações proporcionadas pelas novas ferramentas e também implementarem as tecnologias no negócio.

Além disso, é muito importante destacar que essas ferramentas ajudam a otimizar a produtividade, encontrar gargalos nos procedimentos, aprimorar as tarefas cotidianas e na entrega de um melhor produto ou serviço ao cliente, ou seja, tendem a fornecer uma experiência diferenciada ao consumidor.

Diante de todas essas questões, podemos dizer que as novas tecnologias são um dos fatores que auxiliam as empresas a aumentarem o número de vendas, conquistar novos clientes e, consequentemente, elevar as receitas e os lucros. Então, que tal conhecê-las e aplicá-las em seu negócio?

Quais são as tecnologias com perfil disruptivo?

Existem diversas ferramentas que apresentam perfil disruptivo. Elas têm características distintas, por isso, é muito importante conhecê-las. A lista inclui, por exemplo, a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas, o Machine Learning e o Blockchain. Explicaremos sobre cada uma detalhadamente na sequência do artigo. Continue lendo!

Inteligência Artificial

Com o uso dessa ferramenta, sistemas informatizados e robôs são equipados com o intuito de realizar atribuições parecidas com as desempenhadas pelos seres humanos. Um exemplo dessa prática são os chatbots. Trata-se de robôs virtuais que conversam com os internautas com a intenção de esclarecer as dúvidas mais frequentes e fornecer as devidas orientações em relação ao uso de determinados produtos ou serviços.

O Machine Learning, sobre o qual falaremos com mais detalhes ainda neste post, é um dos braços da Inteligência Artificial. A partir da utilização de algoritmos, um software é capaz de aprender a realizar as tarefas da maneira mais otimizada possível e sem ser programado para isso.

Internet das Coisas

Conhecida também como Internet of Things, a Internet das Coisas (IoT) é uma ferramenta que tem transformado áreas de diversos segmentos organizacionais. Entre elas, a saúde, as vendas, a logística, o marketing e o meio ambiente. Essa tecnologia disruptiva mistura conectividade com a inteligência e a infraestrutura física. Com isso, diversos elementos (carros, televisores, roupas, geladeiras, entre outros) passam a estar conectados à internet.

Machine Learning

Traduzindo para o português, esse termo significa aprendizado de máquina. Ele faz referência a uma metodologia de análise de dados que é responsável por automatizar a construção de modelos de analíticos. Trata-se de uma parte da inteligência artificial calcada na ideia de que os sistemas são capazes de aprender com dados, identificar padrões e, com isso, tomar decisões com o mínimo de intervenção do ser humano.

Blockchain

Inicialmente, essa ferramenta foi inventada com a intenção de servir de base para a criação do Bitcoin e outras moedas digitais. Somado a isso, esse recurso tecnológico tem sido aplicado em diversos tipos de transações, as quais são registradas em vários computadores.

Voltando a falar do Bitcoin, a tecnologia Blockchain é responsável por fazer o envio e o recebimento de valores. Isso contribui para assegurar a agilidade e a segurança das relações de trocas em todo o mundo.

Dessa maneira, podemos considerar o Blockchain como uma estrutura de dados que faz o registro de diversas transações. Cada uma delas recebe uma assinatura digital com o intuito de assegurar a autenticidade e a integridade de um documento.

Agora você pode estar se perguntando: qual é o objetivo da autenticidade e da integridade? A finalidade da autenticidade é a de garantir a autoria da pessoa que produziu uma determinada mensagem. A integridade, por sua vez, visa assegurar que um documento não passou por adulterações.

Qual é a importância de ficar por dentro das novidades desse segmento?

O setor tecnológico apresenta diversas mudanças e elas acontecem em uma velocidade cada vez mais intensa. Sendo assim, é fundamental ficar por dentro das novidades, pois essa prática garante que você saiba quais são as principais tendências desse segmento tão estratégico para as empresas. Desse modo, poderá avaliar quais ferramentas podem ser aplicadas ao seu negócio para que ele se mantenha competitivo e sustentável no longo prazo.

Como vimos, existem diferentes tecnologias disruptivas e cada uma apresenta características distintas. Por esse motivo, é muito importante entender os objetivos dessas ferramentas para saber qual delas é ideal para a sua empresa e como podem ser utilizadas a seu favor. Considerando os benefícios desses recursos, vale muito a pena implementá-los no seu negócio.

Você quer saber outros detalhes de como funcionam e qual a importância das tecnologias disruptivas? Se sim, entre em contato com a Tegra. Estamos à disposição para ajudar!

Quais são os impactos da tecnologia e inovação nas empresas?

Quais são os impactos da tecnologia e inovação nas empresas?

As mudanças tecnológicas ocorrem em um ritmo cada vez mais acelerado e são inevitáveis. Empresas de diversos segmentos e diferentes portes estão passando por essas transformações. Diante desse contexto, cabe a pergunta: quais são os impactos da tecnologia e inovação nas organizações?

Essa não é uma questão fácil de ser respondida, porém, é necessária. Afinal de contas, as novas ferramentas influenciarão na dinâmica da empresa e na rotina dos profissionais. Nesse sentido, podemos dizer que elas interferem diretamente na economia.

Pensando na importância desse tema, neste artigo apresentaremos um breve panorama sobre o desenvolvimento da tecnologia e inovação nos últimos anos e destacaremos algumas inovações tecnológicas para o negócio e as práticas inovadoras que têm sido aplicadas nas empresas. Acompanhe!

Como tem sido o desenvolvimento da tecnologia e inovação?

Não é segredo para ninguém que as práticas tecnológicas e inovadoras têm ganhado cada vez mais importância na rotina das empresas. Em um âmbito empresarial, isso significa comercializar e produzir bens ou serviços que possam atender aos interesses ou superar às expectativas dos investidores ou consumidores.

Vale destacar ainda que a inovação tem se tornado tendência nos últimos anos, pois as empresas que optam por inovar escolhem também expandir no mercado. Além disso, as organizações que valorizam os processos inovadores tendem a desenvolver novas soluções e, consequentemente, aumentam as chances de conquistar novos consumidores e alavancar as vendas.

Em um mercado competitivo, as organizações alinhadas com as novas ferramentas tecnológicas e as inovações podem desfrutar de um grande diferencial. Afinal, a tecnologia e os processos inovadores otimizam a gestão e a operação e, assim, elevam a produtividade da empresa. Aliás, soluções inovadoras servem de estímulo para os colaboradores aperfeiçoarem o trabalho.

Estimular a inovação e a implementação de novas tecnologias leva as organizações a se preocuparem com outros temas importantes, como modelo de negócio, estratégia, relação com o cliente. Ainda, o investimento em novas ferramentas permite que as empresas abram novos mercados e reduzam custos, o que contribui para aumentar a competitividade do negócio.

Quais são as inovações tecnológicas de que seu negócio pode usufruir?

Há diversas ferramentas tecnológicas novas no mercado que são úteis para as organizações. Entre elas, estão o Business Intelligence, o Machine Learning e o Blockchain. Explicaremos com mais detalhes na sequência do artigo. Continue a leitura!

Business Intelligence

Conhecida como BI, essa prática abrange uma ampla diversidade de ferramentas que ajudam as empresas a coletarem dados de fontes externas ou sistemas internos. A diferença para o Big Data é que além de fazer o armazenamento e coletar, o Business Intelligence também agrupa e manipula um grande volume de dados, analisa e consegue extrair informações relevantes para os negócios. Diante disso, podemos dizer que o BI é um complemento das ferramentas de Big Data.

Machine Learning

Traduzido para o português, o termo significa aprendizagem das máquinas. A ferramenta faz referência à junção de outras duas tecnologias: IoT (Internet of Things ou Internet da Coisas) e AI (Inteligência Artificial ou Artificial Intelligence).

Todas essas ferramentas, somadas, possibilitam que as máquinas e os equipamentos comuniquem entre si. Dessa forma, eles podem trocar informações, fazer análises automáticas e tomar decisões por conta própria.

Além dessas questões, as máquinas podem aprender com as pessoas ou ambientes nos quais estão inseridas, inclusive, podendo mudar sozinhas os padrões de comportamento. Essa situação ocorre quando os dados começam a alterar, iniciam seguindo uma determinada tendência ou mudam de cenário. Em todos esses casos, o machine learning consegue adaptar-se às novas realidades.

Blockchain

O Blockchain é outra ferramenta relevante nesse universo. Isso porque ela utiliza a criptografia de dados e um método de cadeia de blocos. Ela é registrada, criada e não altera a cada vez que uma determinada transação é feita. Diante disso, podemos dizer que essa tecnologia contribui para aumentar a segurança das informações e, consequentemente, diminuem as chances de invasores conseguirem ter acesso a dados não autorizados das empresas, principalmente os sigilosos.

Quais os benefícios da tecnologia e inovação?

As empresas que investem em tecnologia e inovação têm diversos benefícios. Entre eles, estão as melhorias no relacionamento entre os funcionários e o fato de a companhia conseguir agregar mais valor no mercado. Destacaremos abaixo esses aspectos. Confira!

Torna o negócio mais competitivo

As organizações que investem nesses processos conseguem desenvolver novas soluções inovadoras que atendam ou superem os interesses dos clientes. Dessa forma, os negócios crescerão no mercado e, consequentemente, tornarão-se mais competitivos.

Melhora a relação entre os funcionários

Um empregado que trabalha em uma organização inovadora tende a se sentir mais inovador, incentivado e engajado a aperfeiçoar a cada dia. Isso porque inovar também significa evoluir em alguns aspectos, como a postura profissional, a valorização e o respeito aos colegas de trabalho e as formas de exercer uma determinada atividade.

É preciso destacar também que a inovação vai além de questões operacionais, pois está relacionada à otimização de processos de gestão em uma organização, os quais passam a ser calcados no bem-estar dos funcionários.

Em relação à produtividade, podemos citar algumas ideias inovadoras que ajudaram nisso. Entre elas, estão a automação de tarefas e o uso de aplicativos de colaboração. Todas elas melhoram o desempenho da equipe e criam um clima construtivo, ou seja, tornam mais dinâmica e eficiente a relação entre o time.

Agrega valor

As organizações que apostam em tecnologia e inovação conseguem agregar valor ao seu produto ou serviço. Afinal, os processos inovadores buscam entender as reais necessidades dos clientes, de modo a possibilitar que as empresas entreguem soluções mais atrativas e personalizadas.

Com o uso das ferramentas tecnológicas e inovadoras, as empresas vão além, pois elas permitem identificar gargalos, otimizar os recursos disponíveis e simplificar os fluxos de trabalho.

Como vimos, a tecnologia e inovação são indispensáveis e proporcionam diversos benefícios para as empresas. Entre eles, tornam o negócio mais competitivo, melhoram a relação entre os funcionários e agregam valor no mercado. Considerando esses aspectos, sem dúvida vale muito a pena implementar essas práticas em sua organização.

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Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): o que é preciso saber sobre o tema?

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): o que é preciso saber sobre o tema?

A Lei Geral de Proteção de Dados entrará em vigor a partir de agosto de 2020. Portanto, adaptar-se à LGPD deve ser visto como uma prioridade por qualquer empresa. Afinal, ela mudará profundamente os processos de negócios que utilizam a TI (tecnologia da informação) e os dados de seus consumidores no dia a dia.

Além disso, a LGPD permitirá que o empreendimento siga padrões de segurança de dados alinhados com as práticas internacionais. E então, sua empresa está preparada? Se não, este artigo foi feito para você. Saiba o que é essa lei, qual a sua importância, o que mudará com ela e os riscos de não cumpri-la!

O que é a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados é o nome do projeto de lei, aprovado pelo Congresso em 2018, que pretende regulamentar o modo como empresas e instituições públicas lidam com os dados dos cidadãos brasileiros ou coletados dentro do território nacional.

Ela foi inspirada na GDPR (General Data Rule Protection, ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, aprovada pela União Europeia). No Brasil, a LGPD começa a ser aplicada em agosto de 2020.

Por que a LGPD é importante?

A LGPD é fundamental para garantir, no Brasil, uma tendência que tem se consolidado no mercado de tecnologia há alguns anos, ou seja, a maior transparência no uso de dados. Os abusos no uso de informações de terceiros, assim como os vazamentos que ganharam força, mudaram a visão que os consumidores têm sobre a sua privacidade.

Por esse motivo, um número cada vez maior de pessoas tem buscado soluções com boas políticas de uso de dados. Foi nesse contexto que a LGPD foi aprovada. Ela tem como foco garantir que a coleta, o uso e o compartilhamento de informações por empresas e serviços públicos sejam seguros. Além disso, oferece um controle maior ao dono dos dados.

Tudo isso é feito com um conjunto de normas claras e objetivas, que terão validade para todas as operações de coleta de dados que ocorrerem em território nacional. Ou seja, haverá um padrão comum para as rotinas que passarem pela manipulação de informações de terceiros. A LGPD prevê ainda mais transparência para evitar abusos.

O que mudará com a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados traz um conjunto de alterações para atingir os seus objetivos. Para adaptar-se a tempo, é importante conhecer essas mudanças e a maneira como elas impactarão o seu dia a dia. Confira as principais abaixo!

Uma nova definição sobre cada tipo de informação

A Lei Geral de Proteção de Dados mudará o modo como as informações são vistas pelos reguladores do mercado. As empresas devem considerar os seguintes pontos:

  • são dados pessoais qualquer registro que possa ser utilizado para identificar alguém, como nome e número de CPF;
  • é tido como dado pessoal sensível registros que possam ser utilizados para fins discriminatórios, como origem racional, convicção religiosa, orientação sexual, dado genético ou dados de saúde;
  • são considerados dados anonimizados aqueles que não podem ser vinculados diretamente a alguém.

Definição objetiva sobre cada pessoa envolvida nas operações de uso de dados

A nova lei também trouxe definições claras para orientar cada pessoa envolvida nas operações de uso de dados. São elas:

  • o titular, que é a pessoa a quem os dados se referem;
  • o operador, que é o responsável pelo tratamento dos dados;
  • o controlador, que será a pessoa que faz o planejamento sobre o tratamento dos dados;
  • o encarregado, que será o profissional responsável pela comunicação entre as três pessoas e o governo federal.

Usuários terão mais autonomia sobre os seus dados

Com a Lei Geral de Proteção de Dados, as pessoas terão mais autonomia sobre o modo como as suas informações são manipuladas. Isso se dará da seguinte forma:

  • as coletas e o compartilhamento de dados podem ocorrer apenas com o consentimento do titular das informações;
  • as empresas e os órgãos públicos devem informar o que motiva a coleta, o uso e o compartilhamento (se houver) dos registros;
  • sempre que julgar necessário, o titular dos dados poderá solicitar a visualização, a correção, a portabilidade a a exclusão das informações coletadas.

Existem novos controles para o uso de dados

Outra mudança trazida pela LGPD são as restrições aos usos de dados. São elas:

  • as informações consideradas sensíveis não podem ser utilizadas para fins publicitários, a não ser que haja autorização expressa do titular;
  • qualquer processo que envolva dados de menores de idade deverá ocorrer apenas após a autorização dos pais ou responsáveis legais pela criança ou adolescente.

O que acontecerá com quem não estiver em conformidade?

As empresas que forem pegas em não conformidade com a LGPD podem sofrer penalizações que vão de alertas a multas pesadas. O valor máximo de cada multa será de 2% do faturamento anual do negócio, limitado a R$ 50 milhões. Essas penalizações podem ocorrer em casos de vazamentos, não ajuste à lei e demais infrações.

Como podemos ver, a Lei Geral de Proteção de Dados traz grandes mudanças para o modo como empresas lidam com dados de terceiros. Portanto, toda organização deve estar atenta, afinal, é pouco provável que ela não seja afetada pelas novas regras.

Vale destacar que rotinas que envolvem a utilização de informações de terceiros já fazem parte do dia a dia de muitos negócios — em setores como marketing e vendas, elas são quase obrigatórias. Nesse cenário, trata-se de uma inclinação mundial a incorporação de ferramentas de análise de dados integradas à nuvem para executar processos de avaliação de tendências e otimização da experiência de uso dos serviços da empresa.

Portanto, não deixe de investir nas medidas que forem necessárias para alinhar o seu negócio à Lei Geral de Proteção de Dados. Faça, agora mesmo, uma análise das políticas existentes e das rotinas das suas equipes. Adaptando-se antecipadamente à LGPD, a empresa poderá conquistar a confiança de seus clientes e parceiros comerciais, além de se manter mais competitiva.

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Aplicações web: o que são e quais suas vantagens? Entenda aqui

Aplicações web: o que são e quais suas vantagens? Entenda aqui

As aplicações web funcionam de forma semelhante aos aplicativos tradicionais, mas com uma diferença básica: são rodados na web. O uso desse tipo de sistema é uma tendência atualmente por conta da necessidade de economia de recursos e por gerarem menos problemas com infraestrutura interna de TI.

Assim, a preferência por esse tipo de sistema ajuda a otimizar a performance do empreendimento e a resolver outros problemas, dando mais agilidade aos processos. Portanto, entender os seus princípios e pilares é fundamental para colocar a empresa em destaque no mercado e promover o seu crescimento.

Suprir as demandas da empresa por software pode ser complexo, mas com atenção a esse tipo específico de aplicação o processo será certamente mais simples. Se quiser se aprofundar nesse assunto e saber o que são as aplicações web e quais as suas principais vantagens, leia os tópicos a seguir!

O que são aplicações web?

Os apps web são sistemas que rodam na internet. São como sistemas tradicionais que recebem uma entrada, processam informação e emitem uma saída. Contudo, eles são rodados e interpretados por um navegador. Por conta disso, envolvem um paradigma totalmente distinto de aplicações comuns. Esses softwares também são ecossistemas diferentes dos websites, uma vez que são mais completos e apresentam um dinamismo maior.

Se um site comum é mais voltado para dispor informações na tela, um web app consiste em interações constantes entre o usuário e o próprio sistema. A partir de um protocolo chamado HTTP, uma pessoa consegue se comunicar com uma máquina que fornece informações para acesso.

Para entender melhor as aplicações que rodam na internet, temos que ir mais a fundo no funcionamento da rede. Existem dois lados que conversam entre si: servidor e cliente. O lado servidor oferece arquivos e fornece a aplicação hospedada. Sua função principal é escutar requisições. Ao passo que o lado cliente envia requisições e recebe arquivos para baixar, o que o permite utilizar o sistema.

Em termos de desenvolvimento, os sistemas web envolvem três frentes: o front-end, o back-end e banco de dados. O front-end é responsável pela apresentação ao usuário. Ele lida com linguagens como HTML, CSS e JavaScript a fim de organizar a estrutura dos sites, a relação entre as páginas, bem como interações com o cliente. O front-end cuida também do design e da experiência do usuário.

O back-end, por sua vez, gerencia a parte do servidor, cuidando de questões mais técnicas e profundas, relacionadas com a lógica de interação entre a apresentação e o banco de dados, bem como respostas a requisições do usuário. Uma linguagem comum para desenvolvimento dessa parte é o PHP.

Por fim, temos o banco de dados. Essa parte está relacionada com as informações utilizadas pelos sistemas a fim de executar sua tarefa principal. O banco cuida das relações entre tabelas e a modelagem do mundo real para garantir que a aplicação consiga administrar esses dados de forma organizada. Uma linguagem popular para esse gerenciamento é o MySQL.

Quais são as vantagens das aplicações web?

Vamos agora estudar as principais vantagens de desenvolver apps para web.

Maior acessibilidade

Uma aplicação web é mais acessível aos diferentes perfis de usuários. Afinal, é uma forma democrática de permitir o acesso fácil a todos, já que o software não depende de sistema operacional, nem está preso a limitações de sistemas específicos. Além disso, todos sempre têm acesso a mesma versão, sem problemas de alinhamento e conformidade.

Aliado a esse fator está o quesito mobilidade. Aplicações on-line estão disponíveis para acesso em qualquer dispositivo, independentemente do tamanho ou da natureza dele. Assim, as informações são acessadas por todos os membros da empresa que precisam delas para suas funções. Não há limites geográficos, nem de tempo. Todos acessam o que querem a qualquer momento.

Sem limitação de espaço

Se uma aplicação roda no navegador, há maior flexibilidade em termos de espaço. Para a empresa, os serviços de hospedagem oferecem pacotes de armazenamento, mas eles podem ser expandidos de forma rápida, sempre que houver necessidade. Já para o usuário, existe a grande vantagem de não precisar instalar o app em uma máquina, assim não precisa de espaço em disco rígido disponível. Desse modo, todos podem usar.

Menor custo de manutenção

A manutenção e o suporte em apps web são outros fatores diferenciais. As alterações são feitas em apenas um local e todas as mudanças passam a ser visíveis para todos. Não há necessidade de realizar mudanças em diferentes sistemas específicos, o que evita gargalos nessa função. Isso pode ser feito sem interromper as atividades de nenhum dos usuários e sem excesso de custos.

Maior segurança

Aplicações on-line também envolvem maior segurança. Os softwares web não estão suscetíveis a problemas de falhas de sistemas físicos, nem de sistemas operacionais. Assim, não enfrentam problemas de deterioração dos hardwares internos, por exemplo. Não há suscetibilidade a vírus e infecções de arquivos de computador também.

Assim, as informações se tornam confidenciais e não sofrem problemas que afetam a sua qualidade. Desse modo, é possível manter a integridade, disponibilidade e proteção de acesso aos dados.

Além disso, apps web estão sempre protegidos com backups, criptografia e com redundância de servidores. Em casos de instabilidade, é possível rapidamente recuperar as atividades e os dados.

Melhor usabilidade

Além disso, existe mais um fator associado aos sistemas on-line: a experiência do usuário. Aplicações web são pensadas para oferecer uma boa experiência e conquistar o cliente de acordo com suas preferências. A responsividade é um bom exemplo, já que consiste em adaptar os apps para diferentes telas, a fim de permitir o melhor uso possível e gerar boas sensações na utilização.

Existe também a ideia de microinterações, que se baseiam em pequenos momentos que visam atrair o usuário e conquistá-lo, com interatividade e elementos visualmente interessantes.

Como obter auxílio no desenvolvimento dessas soluções?

Para ingressar nesse universo e obter apps web efetivos, o ideal é contar com serviços externos de desenvolvimento. A Tegra é uma companhia que oferece aplicações web feitas sob medida para cada cliente, de acordo com suas necessidades. Assim, é possível usufruir de todas as vantagens mencionadas e garantir modernização dos processos e melhores resultados.

As aplicações web são sistemas construídos como os tradicionais, mas que rodam em navegadores web, sob os princípios do modelo cliente-servidor. São apps que oferecem robustez, segurança, flexibilidade e melhor usabilidade, sendo uma ótima opção para empresas que desejam aproveitar tendências e se modernizar de modo a otimizar seus processos.

Se quiser saber mais sobre o assunto, entre em contato com a Tegra e garanta já a sua aplicação desenvolvida sob medida.