Propósito como guia para uma empresa tornar-se única

Propósito como guia para uma empresa tornar-se única

Propósito como guia para uma empresa tornar-se única

A seta o alvo como analogia para o propósito

O mundo tem aproximadamente 300 Milhões de empresas. Só no Brasil, são mais de 2 Milhões delas. Na área de tecnologia da informação, o Brasil tem mais de 15 mil empresas, com crescimento anual de 30%. Nesta imensidão, tornar-se uma empresa única é um trabalho bastante complexo.

Mas você pode estar se perguntando, por que ela deve ser única?

Somos únicos

Existem pessoas idênticas entre as mais de 8 Bilhões que existem no mundo? Não. Mesmo os gêmeos idênticos possuem características únicas. Empresas são organismos individuais, formadas por pessoas, o que as tornam únicas.

Podemos fazer a analogia de que as pessoas estão para as empresas assim como as células estão para o corpo.

Mas a grama do vizinho é sempre mais verde

É muito comum ouvir frases assim:

A Apple é a empresa inovadora por que tem um dia livre para o colaborador fazer o que quiser.

No Google as pessoas não tem hora para entrar no trabalho, podem levar seus cães e tem comida a vontade.

No Facebook as pessoas tomam cerveja no expediente, penduram suas bicicletas no teto e podem escolher qualquer tecnologia que vão utilizar em seus novos projetos.

E não há nada de errado nestas frases. O impacto está em ser uma prática comum, empresários quererem copiar estas frases e aplicar no dia a dia de suas empresas sem considerar alguns pontos:

  • Até que ponto a frase sobre a Apple, Google ou Facebook é verdadeira?
  • Minha empresa tem uma cultura que permita a aplicação destas práticas?
  • Quais objetivos serão alcançados com tais práticas?

Ao aplicar as práticas de outras empresas sem considerar a individualidade da sua, em geral, o resultado é uma frustração generalizada por todo o ecossistema da empresa: empresário, colaboradores, fornecedores e clientes.

O que é o propósito?

No livro O velho e o menino de Roberto Tranjan, fundador da Metanóia, o curso da história mostra o caminho para a criação de um propósito e os passos percorridos, considerando o diálogo entre o Velho Taful e o Aladim (apelido dado ao personagem).

Uma definição dada pelo Velho Taful é que o propósito é aquilo que colocamos a frente e que tem origem em nossos desejos e anseios.

Com um propósito definido, que não precisa ser imutável, mas sempre lapidado, a empresa, organismo vivo composto por pessoas, passa a ter uma direção.

No decorrer desta direção, as “regras de conduta” vão sendo criadas e estabelecidas.

O conjunto de propósito + “regras de conduta” (valores) forma uma cultura.

Meu propósito pode ser o dinheiro?

Sim, pode. Porém, em minha visão se o propósito for este, ele acaba sendo insustentável ao longo do tempo e não gera uma empresa única.

O dinheiro é a consequência de uma relação em que todos os envolvidos saem melhores do que quando entraram, e isto acaba sendo cada vez mais difícil de ser alcançado se o objetivo final for o dinheiro exclusivamente.

E a concorrência?

O mercado é amplo e há espaço para todos.

Se mudarmos nossa visão para entender o mercado desta forma, a concorrência deixa de existir e da lugar ao equilíbrio das relações (assunto que quero detalhar no próximo texto).

A diferenciação e posicionamento de uma empresa, que a torna única, é que forma as relações ricas (no sentido que todos envolvidos percebem o crescimento que elas geram).

Qual é o propósito da sua empresa?

O propósito é a fonte de inspiração para construção de uma cultura consistente, onde percepção e realidade são muito próximas, gerando a empresa única.

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


Líder educador na Tegra
- Soluções Digitais, apaixonado por compreender pessoas, gerar soluções através da tecnologia, resolver problemas, aprender coisas novas e dedicar-me totalmente em tudo o que faço. E-mail: polis@tegra.com.br

Willian Polis no Lidercast

Willian Polis no Lidercast

Willian Polis no Lidercast

O Lidercast é um podcast sobre liderança e nosso diretor Willian Polis é um dos convidado. Nas palavras do hoster Luciano Pires, Willian Polis é exemplo daqueles empreendedores brasileiros que a partir de um sonho, de uma visão, montam um negócio próprio e fazem acontecer.

Confira: http://podplayer.net/#/?id=38521847

Autor: Willian Polis

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O varejo precisa de inteligência!

O varejo precisa de inteligência!

O varejo precisa de inteligência!

O varejo de uma forma ampla é composto de muitas operações de grande complexidade e que tomam todo o tempo de sua gestão e staff. Operações como:

  • Definir o mix correto de produtos
  • Comprar bem: produtos certos nas quantidades certas
  • Precificar adequadamente
  • Otimizar sua cadeia logística, interna e externa
  • Prevenir rupturas
  • Controlar validade de produtos
  • Fidelizar o cliente
  • E muitas outras operações

O grande problema é que diante de tantas operações, margens apertas, grande concorrência e tudo isto em uma velocidade altíssima de mudanças, fica difícil tomar decisões inteligentes.

O que mais ocorre é que as decisões e ações são tomadas baseadas na experiência e no “feeling” dos gestores e coordenadores.

Muitas vezes, problemas que estão escondidos nos números, somente acabam por serem conhecidos pelos gestores de uma empresa quando se é muito tarde, resultando em grandes prejuízos e muitas vezes na falência de uma empresa.

Sim, o varejo precisa muito de inteligência

O dono de um negócio e seus gestores precisam não somente de dados e informações mas, precisam de inteligência!

Existem vários sistemas que dão o total de vendas, o custo operacional, as despesas por centro de custo e até mesmo a produtividade dos colaboradores. Diante destas informações, quais ações tomar?

Além de definir as ações, em qual prioridade executá-las?

É preciso estratégia

Esta semana li o artigo do Steve Blank de título: Strategy Is Not A To Do List. Nele, Steve conta a história de dois ex-alunos que estavam iniciando uma startup, e, para validar suas hipóteses buscaram definir a partir de volume de dados, o público alvo, preço, aderência, etc.

Steve se animou até que eles disseram: “e vamos lançar nosso produto em 3 semanas”. Steve questionou: “mas vocês já conseguiram validar suas hipóteses” e eles responderam “não, ainda precisaremos de alguns meses para valida-las, mas nossos investidores acreditam que não devemos perdermos o timing do mercado”.

Para Steve eles estavam tratando o momento de entender o contexto que estavam inseridos como apenas um checkpoint e não dando o devido tempo para elaborar uma estratégia.

E quantos negócios que, em resposta a uma pressão do chefe, acabam fazendo ações sem planejamentos, sem definição de meta, cronograma; simplesmente fazem por fazer?

Estratégia: o bom e velho PDCA

Estratégia tem a ver com a capacidade de analisar a situação atual, de preferência baseado em números, e planejar alternativas para manter os bons indicadores e melhorar os não tão bons assim.

A partir disto, desenvolver processos, lista de tarefas e pontos de checagem na linha do tempo com indicadores de meta.

Os pontos de checagem, muitas vezes deixados de lado devido a correria do dia a dia, são de extrema importância para saber se as ações planejadas estão sendo feitas e se os resultados almejados estão sendo alcançados.

E este ciclo deve se repetir continuamente com periodicidade mediana (não muito curta nem muito longa, variando para cada tipo de negócio) para que o estímulo necessário para cada novo ciclo possa ser alcançado.

Mas e a parte da inteligência?

Inteligência tem a ver com analisar os dados e baseado em dados históricos (meses de anos anteriores e indicadores de referência do segmento) gerar uma base de ações que são utilizadas como apoio para as ações atuais.

O grande problema, em especial dos pequenos e médios varejistas, é que nem mesmo o “arroz com feijão” é feito de forma adequada, ou seja, operações triviais não são planejadas.

Muitos tem sistemas, tem ferramentas, até mesmo consultorias externas, mas com o tempo, acabam se “perdendo”.

Gestão na palma da mão

O dono, CEO, gerente e todo o time da empresa precisa ter, cada qual limitado a sua função e região, os indicadores principais da operação:

Diagnósticos:

  • Classificação ABC
  • Cadastros ativos sem movimento

Estoque

  • Estoque abaixo do minimo
  • Ruptura
  • Excesso
  • Virtual
  • Negativo

Financeiro

  • Venda
  • Ticket Medio
  • Margem Bruta
  • Descontos
  • Acompanhamento de promoção

Operações

  • Cliente atendidos
  • Performance de balconista
  • Inventário Rotativo

E outros indicadores que sejam importantes para a análise da saúde da empresa.

Muitas vezes a empresa possui BI que permite que o usuário possa confrontar dados, realizar análises, sendo que se os indicadores básicos estiverem sendo monitorados já é suficiente.

Conclusão

Eu acredito que o varejo é uma área muito dinâmica e que suas operações são muitas e de grande complexidade.

O varejo muitas vezes possui muitas ferramentas, porém pouca inteligência histórica para auxílio na tomada de decisão.

É importante que o gestor da empresa tenha na palma da sua mão os números principais que indicam a saúde da empresa e permita que ações possam ser tomadas com base em dados.

Conheça o GO Analytics

O GO Analytics é a ferramenta de gestão na palma da mão móvel da Tegra.

Conheça:

Alertas inteligentes e pró-ativos
Indicadores agrupados por região para visão da alta gestão
Indicadores por loja
Indicadores detalhados em tempo real
Análises comparativas por dia semana, mês e ano

Saiba mais em http://govarejo.com.br/

Até a próxima!

 

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


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Equipe Tegra é finalista do Hackathon Ciab

Equipe Tegra é finalista do Hackathon Ciab

O que é o Hackathon Ciab?

O Hackathon Ciab é a primeira iniciativa da FEBRABAN visando o engajamento com a comunidade empreendedora no desenvolvimento de ferramentas e soluções para os principais desafios do mercado bancário. Trata-se de uma maratona de desenvolvimento e programação que aconteceu nos dias 03 e 04 de junho (de forma ininterrupta). Foram 4 temas que nortearam os projetos desenvolvidos durante o Hackathon, todos em consonância com os principais desafios tecnológicos atuais no meio bancário, são eles:

  • Onboarding Digital, Autenticação e Experiência do Cliente;
  • Segurança Digital e Detecção de Fraudes;
  • Interface de Inteligência Artificial e Soluções Cognitivas para Transações Financeiras;
  • Insights Financeiros através de Big Data e Analytics.

A nossa solução — KiBank

Sketch da ideia Nossa solução

E o que é o KiBank?

Uma estratégia de onboarding digital utilizando educação financeira de adolescentes e jovens via app sob gestão de um sponsor (pai, mãe, tio, padrinho, etc). Imagine o seguinte, um app onde eu cadastro meu filho, sobrinho ou neto, como uma subconta que recebe uma transferência mensal. Este kibanker está na faixa dos 11 aos 17 anos, é um pré universitário. Com este app, ele ganha uma carteira digital com cartão pré pago e, a partir daí, tem início sua vida financeira digital.

Kibankers

kibanker consegue definir uma meta de algo que ele queira comprar e que custe mais do que ele recebe por mês, um celular por exemplo. Conforme ele vai poupando, uma barra de progresso exibe o quanto ele alcançou do seu objetivo. Eu como seu responsável também consigo cadastrar uma meta para ele, exemplo, economizar 10% do que ganha todo mês, por 6 meses, e ele
ganha o celular.

Kibanker conquistas

O app também incentiva o filho a poupar para atingir seu objetivo. O pai consegue acompanhar o extrato do filho e, inclusive, intervir quando o filho estiver “pisando na bola”. O público alvo são pais, avós, tios com fluxo financeiro que se preocupam com a educação financeira de seus kibankers, sem perder a gestão sobre os gastos. Bom para os pais que acompanham e educam seus filhos na questão financeira; bom para os filhos que aprendem a se planejar financeiramente.

E bom para os bancos? Com certeza!

  • Oferta de produtos para os sponsors: previdência, capitalização, fundo faculdade e etc. Tudo com foco para os kibankers.
  • Fidelização: Clientes satisfeitos são mais rentáveis.
  • Manter o dinheiro no banco: em geral este dinheiro é dado em espécie para o uso do seu filho.
  • Onboarding instantâneo, simplesmente convertendo a subconta em conta, com histórico de gastos, análise de perfil e referência de um sponsor.

Com esta solução, focamos na experiência do cliente em relacionar-se com o banco, de um onboard de altíssima qualidade e sem ruídos.

O time

Time tegra Nosso time (da esquerda para a direita): Gabriel Jacquier, Emerson Abdias, Celso Wo, Samuel Pisa e Willian Polis. Time tegra Time tegra Pessoal no 1º dia da CIAB. O Canaltech fez uma transmissão ao vivo do anúncio dos 4 times finalistas:

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


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