Campus Party Brasil 2019

Campus Party Brasil 2019

A Tegra participou da Campus Party, representada pelo nosso comercial Polis e Márcia.

O evento está sendo realizado no Expor Center em São Paulo e tem por objetivo promover a experimentação da inovação e integração dos seus participantes.

A decoração do evento é muito diversificada: super heróis, personagens nerds, cosplay

 

Vimos muitos simuladores de jogos, realidades aumentada e virtual.

                                         

CPUs tunadas e em diferentes formatos, de “Chapolim” a “Motor de carro”, impressoras 3D e prototipação de baixo custo.

 

Muitas competições foram promovidas como concurso de música e menor tempo de circuito feito por drones.

    

Muitas palestras sobre temas relacionados a música, comunidades, robótica e principalmente inovação.

Como destaque, a palestra do Charles Schweitzer, Gerente de Inovação da Leroy Merlin, sobre estratégia de inovação, foi a de maior público do evento.

A Tegra Soluções Digitais tem como propósito conduzir a evolução de negócios e pessoas através de soluções digitais únicas, e que gera grande sinergia com a Campus uma vez que inovação e criatividade fazem parte de nosso DNA.

Valeu Campus e até Brasília.

 

Os pilares da arquitetura de software na nuvem

Os pilares da arquitetura de software na nuvem

A computação em nuvem já está consolidada a alguns anos como uma excelente opção para aplicações simples ou complexas e seus recursos e serviços não param de crescer. Vide a AWS que já conta com mais de 100 serviços disponíveis em várias regiões do mundo.

Criar novas aplicações ou migrar do on-premise para a nuvem utilizando essa gama de serviços não é nada fácil. Por isso algumas práticas e estratégias devem ser seguidas para conseguir bons resultados e tirar todo o proveito dos serviços.

Quando criamos arquiteturas de sistemas, podemos fazer uma analogia com a construção de um edifício, se a fundação não for sólida, problemas estruturais podem aparecer. Ao arquitetar, não podemos negligenciar princípios básicos como os cinco pilares propostos pela AWS: confiabilidade, performance, otimização de custo, excelência operacional e segurança.

A incorporação desses pilares ajudará você a produzir sistemas estáveis e eficientes e permitir que se concentre em outros aspectos do design, como requisitos funcionais.

Confiabilidade

O pilar da Confiabilidade pode ser explicado pela capacidade de um sistema se recuperar de falhas de infraestrutura ou serviços, subir novos recursos dinamicamente para atender a picos de demanda ou se recuperar de interrupções, como configurações incorretas ou problemas de rede temporários.

As melhores práticas que podem ser aplicadas nesse pilar são:

  • Recuperação de testes: Geralmente quando executamos testes da aplicação é para provar que está tudo funcionando corretamente em um cenário específico, o teste não valida estratégias de recuperação caso ocorra algum falha em um componente do sistema. Na nuvem é possível validar como o seu sistema irá falhar e avaliar os procedimentos de recuperação em diferentes cenários ou recriar cenários em que aconteceram falhas anteriormente. É possível entender mais um pouco sobre recuperação de teste sobre a visão da Engenharia do Caos.
  • Escalar Horizontalmente: Uma arquitetura onde um grande recurso é dividido em vários recursos menores, possibilita que a alocação dinâmica seja feita em momentos de grande demanda, garantindo sempre o atendimento das requisições e eliminando o ponto único de falhas.
  • Não adivinhe a capacidade: É muito comum que em sistemas on-premise a alocação de recursos computacionais seja saturada, por conta do atendimento de altas demandas pontuais. Na nuvem, você pode monitorar a demanda e a utilização do sistema e automatizar a adição ou remoção de recursos para manter o nível ideal sem provisionamento excessivo ou insuficiente.

Performance

O pilar da Performance inclui a capacidade de utilizar os recursos de maneira eficiente e otimizada para atender os requisitos do sistema e manter essa capacidade mesmo com alteração da demanda.

As melhores práticas que podem ser aplicadas nesse pilar são:

  • Democratizar novas tecnologias: Algumas tecnologias podem ser difíceis de implementar ou pouco acessíveis devido a falta de conhecimento e complexidade de instalação. Ao invés de aprender como manter uma tecnologia, o mais fácil é apenas consumi-la como um serviço, por exemplo: bancos NoSQL e serviços de Inteligência Artificial.
  • Serviços Globais: Implemente facilmente o sistema em várias regiões em todo o mundo com apenas alguns cliques. Isso permite que você forneça menor latência e uma melhor experiência para seus clientes a um custo mínimo.
  • Serverless: Com arquiteturas Serverless não se faz necessário configurar e manter servidores para a sua aplicação e escalar recursos para altas demandas. Isso remove os problemas operacionais, reduz o custo da aplicação e atende globalmente os usuários.

Otimização de Custo

O pilar da Otimização de Custo pode ser resumido pela capacidade de executar aplicações pelo preço mais baixo comercialmente.

As melhores práticas que podem ser aplicadas nesse pilar são:

  • Adote um modelo de consumo: Pague apenas pelo tempo necessário dos recursos e aumente ou diminua o uso dependendo dos requisitos do negócio, sem precisar fazer previsões muito elaboradas de custo. Um exemplo são ambientes de desenvolvimento e testes que acabam sendo utilizados apenas 8 horas ao dia durante a semana. É possível pará-los quando não estão em uso e economizar até 75% do custo.
  • Não gaste dinheiro com operações: Elimine os gastos de manutenção de servidores, equipamentos de rede, resfriamento do datacenter e fornecimento de energia. Sem esses gastos e preocupações é possível focar nos clientes e projetos e não em infraestrutura de TI.
  • Análise da distribuição de custos: É possível identificar o uso e o custo de cada sistema que está rodando na nuvem de forma transparente. Isso ajuda a medir o retorno do investimento (ROI) e oferece uma oportunidade de otimizar seus recursos e reduzir custos.

Excelência Operacional

O pilar da Excelência Operacional é a capacidade de executar e monitorar sistemas para diminuir custos e melhorar continuamente os processos de otimização e suporte.

As melhores práticas que podem ser aplicadas nesse pilar são:

  • Infraestrutura como código: Da mesma forma que o código é utilizado para construir uma aplicação, por ser utilizado também para construir e manter a infraestrutura de todo o seu ambiente na nuvem. Você pode utilizar scripts para automatizar procedimentos operacionais que podem ser disparados automaticamente, limitando erros humanos.
  • Alterações frequentes, pequenas e reversíveis: Projete a utilização dos recursos para permitir que os componentes sejam atualizados frequentemente. Faça pequenas alterações incrementais que possam ser revertidas em caso de falha.
  • Antecipe falhas: Realize testes para identificar potenciais falhas e monitore para aprender e melhorar o processo. Crie cenários onde os procedimentos de respostas sejam acionados para garantir que sejam eficazes e que as equipes conheçam a sua execução.

Segurança

O pilar Segurança se resume pela capacidade de proteger informações e sistemas, ao mesmo tempo em que agrega valor aos negócios por meio de avaliações de risco e estratégias de mitigação.

As melhores práticas que podem ser aplicadas nesse pilar são:

  • Rastreabilidade: Monitore, alerte e analise as transações do seu ambiente em tempo real. Utilize logs e métricas de integração com sistemas para responder e agir automaticamente.
  • Proteja os dados: Utilize mecanismos, como criptografia ponta a ponta, tokens e controle de acesso, quando apropriado.
  • Afaste as pessoas dos dados: Crie mecanismos e análise ou elimine a necessidade de acesso direto ou processamento manual de dados. Isso reduz o risco de perda ou modificação e erros humanos ao manusear dados confidenciais.

Conclusão

Seguir as práticas dos cinco pilares da arquitetura em nuvem para projetar e operar suas aplicações, fará com que elas sejam seguras, confiáveis e eficientes economicamente. Você estará aproveitando todas as vantagens que a nuvem tem a oferecer e poderá focar seus esforços nos clientes e requisitos funcionais.

Samuel Pisa

Samuel Pisa

Desenvolvedor de Software na Tegra Soluções Digitais

E-mail: samuel.pisa@tegra.com.br

Importância de ouvir o cliente

Importância de ouvir o cliente

João, o construtor

Hoje vivenciei um episódio que ao certo irá me marcar por um bom tempo. Compartilho com você.

Trabalho com desenvolvimento de soluções de software e atendemos a várias empresas de diferentes necessidades. Uma característica é comum a todos: eles buscam solução. Mais do que isto, buscam solução com simplicidade.

O desenvolvimento de software tem em sua origem muitos jargões, siglas, termos, etc. que para quem é “do meio” é sinal de orgulho, inconsciente talvez. Quanto mais letras na sopa de letrinhas do profissional deste setor, a imagem que é vendida é que é de maior capacidade.

O cliente não técnico, mesmo não demonstrando, sente-se intimidado por tantos complicômetros em forma de siglas. Muitas vezes, para não sair por baixo, durante uma conversa sobre projetos, o cliente arrisca alguns termos técnicos, que em geral viram “memes” na rádio peão.

Acontece que se não temos o cuidado de conduzirmos o diálogo para uma zona de entendimento comum entre cliente e time técnico, muitas vezes, criamos um abismo de compreensão que gera fortes quedas ao longo do tempo.

Ou seja, complicamos a compreensão do cliente pelo uso do “tequiniquês” ao invés de inspirar sua confiança usando o “descompliquês”.

Para tornar mais claro

Imagine que você encontrou o sítio dos seus sonhos e o compra. Contrata um engenheiro e conta para ele tudo o que gostaria de contemplar em sua construção: que quer ter espaço grande para pomar, uma varanda ampla e com pé direito alto para convidar amigos para fazer uma comida uma vez por semana. Menciona também que quer manter o pé de abacateiro, centenário, como agradecimento a Natureza por sua beleza e perfeição e não abre mão de ter uma vista da rua que passa a frente da propriedade. Ele projeta.

Com projeto em mãos, você contrata o João que é construtor civil e seu time para materializá-lo. Em conversa com João, ele parece ser uma pessoa honesta e que será capaz de realizar o projeto como o esperado.

Em tempo de negociação, a expectativa é que a entrega ocorra em 5 meses, sendo o pagamento parcelado em 5 parcelas de 20% do valor total cada.

Você explica ao João que você mora longe que poderá visitar a obra somente a cada 30 dias e que qualquer dúvida, para ele entrar em contato. João aceita o combinado.

Passado 30 dias, nenhuma ligação de dúvida do João, ao chegar no local com a expectativa de ver as primeiras paredes já em pé, você encontra o buraco que será o poço artesiano e o espaço para o portão da frente. Surpreso, você realiza o pagamento da parcela 1/5, porém com um ar desconfiado.

60 dias depois, nova visita a obra com expectativa de haver laje e início de telhado, no entanto, o que se vê é a marcação de terreno e fundação. Você questiona se o que foi feito não é muito pouco. João explica em termos técnicos que você não conhece o processo de construção, mas que você pode ficar tranquilo que vai notar diferença na próxima visita. Novo pagamento, parcela 2/5. Sentimento mais profundo de desconfiança.

Nova visita, agora com 90 dias e a expectativa de já haver paredes, janelas, laje, telhado, hidráulica e contra piso, porém desta vez, somente as paredes de pé, mas segundo o João, com a estrutura mais forte que alguém já viu, que aguenta até 10 andares, sendo que você nunca sequer mencionou ter um segundo andar sequer, e nem no projeto consta. Parcela 3/5 paga e sentimento de desconfiança passa a ser de implicância.

Entre os dias 91 e 120, o sonho do projeto passa a tomar ar de preocupação e um “quezinho” de raiva do João, pois toda vez que você o questiona, ele justifica que sua expectativa como cliente é que está muito alta. Sua obra nas mãos do João tem que ter reforço nas “sapatas”, estrutura forte nas “viga” e para ficar bonito, um telhado de pelo menos “8 águas”.

Final do mês 5: a casa mais robusta que você possa imaginar foi entregue, que aguenta 10 andares e que ainda por cima tem poço artesiano (que eu nem tinha pedido).

O que você não contava é que o pé de abacate que você pediu para manter, precisou ser cortado para não afetar a estrutura da casa, segundo o João.

A visão que você que queria ter da rua, ficou tampada pelo portão que mais parede uma entrada de castelo, praticamente uma muralha. “Cortesia” do João para agradar o patraozin.

O espaço que você pediu para a horta foi mantido, mas há mais de 100 metros de distância da casa para não sujar a água do poço artesiano que você não pediu para construir e a varanda de pé direto alto não ficou tão alto quanto você esperava devido ao telhado de “8 águas” que o João fez para você.

Prioridades

João entregou o que foi contratado: um projeto de casa, e entregou mais do que foi contratado: um poço artesiano e uma muralha de portão. Mas era esta a sua prioridade? Com qual sentimento você ficou? Você indicaria o João para outro amigo seu que te pedisse indicação de construtor? Provavelmente não.

Priorizar um projeto, seja de construção civil, de software, mecânico ou de qualquer outra natureza precisa ter como critério o desejo e o sentimento do cliente.

Saber ouvir o cliente, se colocar no lugar dele, considerar o que ele deseja sentir e vivenciar ao receber o projeto que ele está comprando é fator determinante para conduzir um projeto de forma a atender e até mesmo superar as expectativas do cliente.

E esta visão de se colocar no lugar do cliente deve ser comum a todos os envolvidos no time, do gestor ao auxiliar, do analista ao programador, do projetista ao operador de máquina. Se esta visão se perde ao longo do caminho, o resultado será aquém ao desejo do cliente.

Encantamento

Imagine que o João havia entendido o que você realmente queria e ao invés de ter feito um espaço para o pomar há mais de 100 metros de distância da casa, ele tivesse feito o pomar, inclusive com as frutas que você mais gosta e que lembra sua infância já plantadas?

Na varanda com pé direito bem alto, um fogão a lenha e uma churrasqueira rústica com uma bela mesa de alvenaria, que não estava no projeto, mas que conversando com você, seu João percebeu quantas pessoas viriam visitá-lo quando fizesse comida.

Inclusive João surpreendeu e construiu um espaço que após a refeição, todos pudessem descansar ao redor do abacateiro.

Como você se sentiria? Indicaria o João para outro amigo seu?

Conheça-me

É interessante como nós gostamos de falar de nós mesmos. Quando alguém pergunta qual é minha trajetória profissional é muito comum eu começar a falar e não parar mais.

Percebo que este fenômeno não ocorre somente comigo, mas com muitos, senão com a maioria.

Uma pessoa de mais idade quando questionada sobre seus feitos, se tiver o tempo disponível poderá falar por horas a fio. E com muita alegria.

Conhecer o cliente é um ato de escolha. Não se trata de uma técnica, de fingimento, de cumprir tabela, tampouco de um processo.

Trata-se de um desejo genuíno de conhecer o cliente. E para isto o olhar empático é fundamental.

Meu convite: seja você profissional da área que for, tecnologia, construção civil, comércio, metalurgia, etc., queira conhecer seu cliente. Se coloque em seu lugar. Ouça-o com atenção e saberá o que priorizar e como encantá-lo.

Boa empatia a você 😉

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


Líder educador na Tegra
- Soluções Digitais, apaixonado por compreender pessoas, gerar soluções através da tecnologia, resolver problemas, aprender coisas novas e dedicar-me totalmente em tudo o que faço. E-mail: polis@tegra.com.br

RanchoDev – De Devs para Devs

RanchoDev – De Devs para Devs

Um dia inteiro de troca de conhecimento, cultura e discussões sobre desenvolvimento.

A Tegra sempre se preocupou em fortalecer a comunidade de Tecnologia, criar mais oportunidades para que as pessoas que vivem em Sorocaba e região pudessem viver a experiência de grandes conferências mas em nossa cidade, com isso tivemos a ideia de organizar o RanchoDev.

O RanchoDev é uma conferência para desenvolvedores de software, esta em sua 3ª edição, já tivemos a oportunidade de trazer diversas palestras e temas diversificados que se relacionam a tecnologia.

Contamos também com apoio e patrocínio de grandes empresas de Sorocaba e região.

O RanchoDev já teve representantes de diversas empresas e comunidades como Henrique Bastos (Fundador do Welcome to the Django), Fabio Akita (Fundador da CodeMiner), Roberto Marin (Gerente de Engenharia no Vivareal), Joaquim Torres (UX na Locaweb), Mauricio Alegretti (Cofundador da Smile, estúdio de games).

Edição 2018

Buscamos através do RanchoDev abordar a maior diversidade de assuntos e os temas que mais atraí a comunidade atualmente.

O evento vai acontecer no dia 29/09 na Faculdade Facens Rod. Senador José Emírio de Moraes,1425 Constantino Matucci, das 8h30 ás 17h30.

PALESTRANTES CONFIRMADOS

Erick Wendel
Node.js, Microservicos e Containerização

Descrição da Palestra: É importante entender como as aplicações funcionam e como a arquitetura está evoluindo. Pensando nisto, abordaremos sobre os benefícios de Docker para criação de microserviços com Node.js.

Mini biografia: Pós graduando em BI with Big Data. Microsoft Most Valuable Professional (MVP). Co-organizador das comunidades NodeBR, Javascript São Paulo, Nerdzão e Nerdgirlz. Consultor Especialista na EW.IT, Microsoft Certified Professional. Possui amplo conhecimento em arquitetura, desenvolvimento e segurança de aplicações. Palestrante nas maiores e mais populares conferências de tecnologia da América latina.

Kete Martins Rufino
Usando GraphQL para reduzir complexidade no front e no back

Descrição da Palestra: Usamos React Native para construir a Nuconta e o GraphQL veio para reduzir a complexidade de manipulação de dados tanto para o front quanto para o backend. A ideia é mostrar quais os prós e contras de usar essa ferramenta num ambiente de micro serviços e mobile hibrido.

Mini biografia: Engenheira de software na Nubank e pouco criativa pra criar bios divertidas.

André Baltieri
Distribuindo Microsserviços de forma inteligente no Microsoft Azure

Descrição da Palestra: Já pensou no trabalho que é distribuir 500, 600 ou até mais de 1000 Microsserviços? E o cache? Banco de Dados? API Gateway? O que é serviço, o que é function? Utilizo Docker? Pois é… Nesta talk vamos falar sobre a distribuição de Microsserviços na nuvem Microsoft de uma forma otimizada!

Mini biografia: Olá eu sou o André Baltieri, desenvolvedor Web desde 2003, já trabalhei aqui no Brasil e nos EUA, em projetos de diversos tamanhos. Faço parte do seleto time de MVPs da Microsoft, desde 2013, um reconhecimento global dado para os maiores influentes em suas tecnologias. Sou palestrante em diversos eventos como ASP.NET Conference, DevXperience, TDC, GDG dentre outros.
Site: andrebaltieri.com

Fernanda Bernardo
Jogos: indo além do simples CSS!

Descrição da Palestra: Há quem pense que o CSS serve somente para aplicar estilos a determinados elementos, e realmente seu principal objetivo é esse! Mas alguém já pensou que seria possível capturar eventos, como um evento de clique por exemplo, e gerar algum tipo de animação com isso? E falar que com isso é possível criar um jogo? Neste talk explicarei como criar um jogo simples, sem uma linha de javascript, usando apenas HTML e CSS. Além de muitas de suas funcionalidades: pseudo-elementos, pseudo-classes, animations, entre outras.

Mini biografia: Desenvolvedora front end, criadora do @help4papers, plataforma para ajudar pessoas a começar a palestrar e a receber feedback de suas palestras, instrutora e mentora, organizadora do TC Talks meetup do @trainingcentr, Microsoft MVP e criadora do @diabetesmaisdoce, aplicativo para facilitar o dia a dia de uma pessoa diabética e blog sobre diabetes.

Filipe Versehgi
Aplicativos nativos com React?

Descrição da Palestra: Um overview sobre o que é o React Native, uma tecnologia que utilizamos na Tegra para criar aplicativos com React. Um código para ambas as plataformas, com ótima performance, fácil manutenção e uma comunidade super ativa.

Mini biografia: Filipe Versehgi é desenvolvedor Frontend na Tegra, onde trabalha no projeto mobile Meu Desconto e Pão de Açúcar Mais. Trabalha com desenvolvimento web há cerca de 6 anos, atuando nas três pontas do desenvolvimento de um projeto: interface, frontend e backend.

Marcelo Rosa
Inteligência Artificial no Mercado Financeiro

Descrição da Palestra: Pioneiras no uso de Analytics, as organizações do setor financeiro, estão explorando os recursos da inteligência artificial para obter insights e criar modelos de negócios melhores e mais lucrativos, além de corresponder às expectativas dos seus clientes, promover transparência, e gerar uma vantagem competitiva sustentável no setor. Acompanhe esta palestra para entender o impacto da inteligência artificial no mercado financeiro.

Mini biografia: Engenheiro de Produção, músico e Consultor de TI na GFT Brasil atuando em tópicos relacionados a Big Data e Advanced Analytics no setor financeiro. Possui experiência com ferramentas de suporte à decisão orientadas a dados como modelos de programação matemática, simulação de sistemas e algoritmos de aprendizado de máquina.

Jose Gustavo Z. Rosa
Ciência dos Dados: Limpar, Organizar, Estudar & Decidir

Descrição da Palestra: A ideia é mostrar de forma simplificada, o workflow de se trabalhar na coleta limpeza e organização dos dados, até o ponto onde análises preliminares são feitas. Também pretendo mostrar código (Python e R) bem como resultados intermediários.

Mini biografia: Gestor de desenvolvimento de software e inovação com pouco mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de software, times ágeis, negócios. Aficcionado pelo processo de “decisão bem informada” fiz especializações e pós graduação em estatística aplicada a ciência dos dados, campo no qual atualmente trabalho estudando a qualidade de combustível no varejo, usando dados coletados em campo.

Carlos Mattos
Desventuras de um Programador no Mundo Corporativo

Descrição da Palestra: Essa palestra é um convite à reflexão sobre a distância entre as expectativas dos jovens iniciando a carreira na área de tecnologia, e as expectativas das empresas de tecnologia. Oportunidades, desafios, comportamento, lições para construir uma carreira de sucesso na área de tecnologia.

Mini biografia: Mattos é pai, professor, escritor e palestrante, apaixonado por tecnologia. Atua na área de desenvolvimento de software para o mercado corporativo desde 1998.
Reconhecido pela Microsoft como MVP por 12 anos consecutivos e como Microsoft Regional Director em 2017 pelas suas contribuições para as comunidades técnicas e acadêmicas.
Mattos é Head of Technology and Innovation na GFT.

Inscreva-se: www.ranchodev.com.br

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Todos São Responsáveis pelos Clientes!

Todos São Responsáveis pelos Clientes!

Confira porque todos na empresa, do porteiro ao presidente, são fundamentais quando assunto é encantar o Cliente. Seja no contato pessoal, telefônico, na elaboração de uma proposta e até no cuidado com os processos internos é preciso ter Clientividade! Confira no Direto ao Ponto com César Souza

fonte: blog.cesarsouza.net