As 11 características de um “Time Campeão”

As 11 características de um “Time Campeão”

Um dos maiores desafios dos líderes é o de construir um time de alta performance. Para montar um time campeão, o líder precisa integrar os membros da sua equipe, criando sinergia e obtendo o melhor de cada. Mas nem todos conseguem o grau de integração almejado. Alguns atingem os objetivos propostos à custa da felicidade das pessoas, em um ambiente de competição nociva e discórdia. Outros até criam excelente clima entre as pessoas, mas a equipe não consegue produzir os resultados necessários e reina entre elas uma espécie de integração improdutiva.

Vários executivos me convidam para ajudá-los na integração de suas equipes e com grande frequência me revelam que seus diretores “são craques, super reconhecidos pelo mercado, ganham prêmios, são inteligentes, dominam seus assuntos como poucos, mas, não conseguem jogar juntos”.

Gostaria que você tentasse se lembrar sobre as inúmeras vezes em que presenciou ou soube de pessoas que são competentes individualmente, mas que se mostram incapazes de contribuir para o trabalho em equipe e para maximizar o potencial de cada membro do grupo.

Na prática de esportes visualizamos com mais facilidade os benefícios criados pelo esforço conjunto, integrador e interdependente ou os prejuízos causados pelo individualismo, quando o estrelismo é mais forte que o conjunto. Muitas empresas são parecidas com times de futebol. Elas também possuem craques nos diferentes setores – Finanças, Logística, Marketing, Produção etc. –, mas a própria estrutura departamentalizada que funciona na base do “cada macaco no seu galho” impede a sinergia. A consequência é um custo invisível bastante elevado que corrói a eficácia da empresa como um todo.

Ao longo da minha trajetória tenho observado algumas iniciativas dos líderes que fazem com que um grupo de pessoas, verdadeiras “ilhas de excelência”, se transformem em equipes, em “arquipélagos de excelência” e trabalhem como sinfonias de competências.

A primeira iniciativa que faz a diferença é a correta escolha dos membros da equipe. Muitos líderes negligenciam o processo de escolha e depois passam o resto do tempo gerenciando problemas em vez de lidar com oportunidades.

Os líderes precisam investir muito mais na hora de definir os membros da sua equipe. Nas empresas, precisam resistir à tentação de selecionar pessoas com base no currículo, que apenas registra dados do

passado e não do futuro. Precisam fundamentar suas escolhas mais nas atitudes e menos na competência técnica e formalidades educacionais.

Precisam deixar também de preferir pessoas “feitas à sua imagem e semelhança”, ou seja, quem pensa, age e possui competências semelhantes.

Ter um bom conjunto não significa ter apenas jogadores previsíveis, pois o risco da mediocridade é grande. Pessoas talentosas também podem desenvolver o sentido de conjunto, de trabalho em equipe.

Mas, além da Integração, da força do conjunto, 10 outras características são fundamentais para formar um time de campeões, no futebol ou nas empresas:

– Clareza sobre o gol, o propósito – Conhecimento do mercado / campo de atuação – Capacidade de cuidar do todo, não só da parte – Inovação – Foco – Iniciativa – Perseverança – Humildade – Fazer mais que o combinado e superar obstáculos – Paixão

Nesse time de 11 características, ainda falta elencar o 12º jogador, a TORCIDA, que na empresa pode ser simbolizada pelos stakeholders – clientes, comunidade, parceiros, sociedade, etc – que possuem o grande poder de tornar vencedor um empreendimento quando se apaixonam pela sua causa e pela marca. Ou que também, inversamente, possuem a capacidade de destruir a reputação, imagem e a longevidade de qualquer empresa.

fonte: blog.cesarsouza.net

Participação do nosso Desenvolvedor Felipe Oliveira no evento BrasilJS On the Road – Edição Sorocaba

Participação do nosso Desenvolvedor Felipe Oliveira no evento BrasilJS On the Road – Edição Sorocaba

 

No penúltimo fim de semana (09/06) Sorocaba teve a honra de receber a primeira edição do BrasilJS On the Road, evento que nasceu através da iniciativa da BrasilJs de levar a experiência da BrasilJs Conf a mais cidades.

A BrasilJs Conf é a principal conferência de JavaScript do Brasil e evento já tradicional no calendário da comunidade e a versão de Sorocaba não ficou por menos, já nascendo como a maior conferência de Javascript de Sorocaba e Região.

Com auditório cheio e ingressos esgotados os participantes tiveram acesso às diversas palestras tratando de temas técnicos, carreira e acessibilidade na web com destaque para a palestra do Sérgio Ramos que falou sobre Pessoas com deficiência na área de TI.

Com certeza a conferência já ficou marcada no calendário de Sorocaba e já aguardamos a edição de 2018.

#GoDev #GoJs

Link para os Slides das palestras.

A web para todos: como promover a inclusão digital através da performance

Isa Silveira: | Slides: https://goo.gl/wcr4ec

Transformando código spaghetti em código lasanha

Talysson de Oliveira | Slides: https://goo.gl/NbGFeQ

Da pré-história à atualidade no ecossistema Javascript

Dayany Espindola | Slides: https://goo.gl/jKj47R

Construindo uma carreira internacional em desenvolvimento

João Cunha | Slides: https://goo.gl/swDdxH

Acenda a sua luz com JS

Caique Mitsuoka | Slides: https://goo.gl/K14WGc

O incrível mundo das animações em Front-end

Miguel Soares | Slides: https://goo.gl/aKvi6W

Como Machine Learning melhora a UX de 500K mercadores

Breno Freitas | Slides: https://goo.gl/wAVD4w

Quem acompanhou o evento foi nosso desenvolvedor Felipe Oliveira que garante que o evento ” Foi incrível cheio de pessoas incríveis. Uma grande troca de experiências e enorme felicidade em ver o tamanho e a participação da comunidade de Sorocaba e Região”

Felipe Oliveira

Felipe Oliveira

Front End Developer na Tegra Soluções Digitais tentando viver de modo simples.

E-mail: felipe.oliveira@tegra.me

Gerente de Projetos: Desenvolvendo habilidades e entendendo a gestão do tempo para melhor execução

Gerente de Projetos: Desenvolvendo habilidades e entendendo a gestão do tempo para melhor execução

Gerente de Projetos: Desenvolvendo habilidades e entendendo a gestão do tempo para melhor execução

Se você é gerente de projetos ou deseja se tornar um já deve ter consciência de quais habilidades deve ter e do quanto saber gerenciar o tempo é importante no desempenho de tarefas afim de melhores resultados. Neste post explicamos de maneira mais simples como se tornar mais eficiente, desenvolver habilidades básicas e desempenhar sua função de maneira menos complicada.

Mas o que faz um gerente de projetos?

O gerente de projetos é o profissional que vai planejar, executar e fazer todo o acompanhamento de um projeto e, isso exige competências específicas como ser comunicativo, gostar de desafios, ter comprometimento, responsabilidade e saber motivar a si mesmo e a sua equipe. Além de tudo isso, é claro que a qualidade do projeto será cobrada diretamente dele!

Habilidades vitais para um gerente de projetos

1. Ser organizado

Organização é fundamental! Não é possível gerenciar tarefas, datas de entrega, escalar um time de execução, se reunir com cliente, ter ciência de documentos e outras várias tarefas se não  for organizado e dinâmico.

Se esse não é o seu forte, começar a organizar coisas simples do dia a dia como suas roupas e a mesa de trabalho, por exemplo é uma boa ideia. Organização é hábito!

2. Ser líder

Sem liderança os projetos não são entregues. Simples assim! Se quer se tornar um gerente eficiente é preciso ser um líder e apoio para a equipe em todas as etapas do projeto. Um líder não deixa para depois o que pode fazer agora e incentiva outros a fazerem o mesmo.

3. Ser comunicativo

Todo o processo para que um projeto seja entregue da maneira como o cliente solicitou exige comunicação evitando problemas como perder tempo com funcionalidades não exigidas ou deixar para trás detalhes que podem fazer a diferença. O bom gerente entende e se faz entender.

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4. Ser negociador

Você vai ter que aprender a negociar com o seu chefe, com o seu cliente e com a sua equipe. Lidar com interesses e transformar o que o cliente está pedindo em algo coerente, por exemplo, exige jogo de cintura e competência que deve ser desenvolvida desde muito cedo.

5. Prever crises

Mapear os riscos de um projeto e tentar prever uma possível crise na equipe ou com o cliente evita problemas desnecessários. Desenvolva um olhar clínico sobre cada etapa do projeto!

6. Não fique em cima do muro

A tomada de decisão é primordial! Ter atitude diante dos riscos e propôr soluções baseadas em fatos aumenta a confiança do time e do cliente com relação ao seu trabalho.

7. Resiliência

O profissional que é valorizado e se diferencia hoje no mercado é o que resiste diante das dificuldades, o que levanta depois do tombo e tenta de novo se aquilo for o que realmente acredita.

A importância da gestão do tempo

Mais do que uma habilidade a ser desenvolvida, a gestão de tempo é o que determina o controle sobre todas as fases do projeto. Quantidade de pessoas envolvidas, datas de entrega e custos são alguns pontos determinados pelo tempo.

Veja como elaborar um cronograma que garanta a conclusão dos projetos no tempo estabelecido e que prevê ao máximo os problemas no meio do caminho.

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 Gerenciamento do cronograma

O cronograma torna o planejamento do projeto visual. Nele estão todas as atividades a serem feitas com  datas de entrega, facilitando a identificação de períodos  de maior esforço da equipe para cumprir prazos e auxiliando o gerente e a equipe a avaliarem seu desempenho, além de melhor estimativa de tempo por atividade, alocação de recursos e aumento contínuo de eficiência.

De forma básica, o cronograma deve conter:

  • Definição de atividades: definição de pacotes de trabalho, detalhamento de ações, sprints.
  • Sequência de ações: ações conectadas com antecessores e sucessores resultando em uma ordem lógica para maior agilidade.
  • Estimativa de recursos por etapa: físico, humano, tecnológico, financeiro…
  • Avaliação da duração das etapas: base para determinar a entrega final em 3 possibilidades.

São elas:

  1. Estimativa analógica: baseadas em projetos parecidos já realizados pela equipe;
  2. Estimativa paramétrica: usa algoritmos para estimativa precisa de tempo para cada atividade a ser realizada.
  3. Estimativa de 3 pontos: análise quantitativa do cenário otimista (tO), do pessimista (tP) e do provável(tM). Fórmula tE = (tO + 4tM + tP) / 6.

Para terminar é preciso determinar indicadores de desempenho e focar no cronograma garantindo que a equipe não se perca no meio do caminho e que as entregas sejam satisfatórias para o cliente. O uso de ferramentas de gestão podem ser muito úteis para otimizar sua relação com o tempo.

Sobre as classificações tipográficas

Sobre as classificações tipográficas

Sobre as classificações tipográficas

Primeiramente vamos falar sobre alguns conceitos. Afinal, o que é a tipografia?

A palavra tipografia tem origem do grego, sendo: typos = forma e graphein = escrita. Podemos dizer que ela é tanto a arte como o processo de criação na composição de um texto e, por sua vez, este pode ser físico ou digital. O seu objetivo é dar estrutura e forma à comunicação escrita.

Classificação das fontes

As fontes podem ser classificadas em 3 grupos principais, os quais se referem ao enquadramento tradicional: com serifa, sem serifa e cursiva. Cada um desses grupos possui suas características, vamos falar sobre cada um deles.

Com serifa

As serifas são semi-estruturas (aqueles tracinhos) que ficam sempre nas extremidades de uma fonte. As fontes com serifa possuem esses pequenos prolongamentos em suas extremidades. Um exemplo que todos conhecem é a clássica Times News Roman. Dentro desse grupo há sub-grupos, os quais se referem ao enquadramento histórico. Vamos discorrer um pouco sobre eles.

  • Humanista

Se originaram nos séculos XV e XVI, os tipos humanistas se assemelhavam à caligrafia clássica. São bem conectadas à caligrafia e ao movimento da mão e da pena no papel, o que justifica o seu nome e o seu eixo oblíquo.

  • Transicional

Possuem serifas menos “desleixadas” que os tipos humanistas, além de um eixo mais vertical. Surgiram durante a fase de transição entre as tipografias humanistas e modernas.

  • Moderna

Os tipos modernos ganharam destaque apenas durante o século XVIII. São caracterizados pela substituição da pena humanista pela pena metálica, que garantia maior precisão ao escritor, o que também possibilitava novas técnicas no desenho dos tipos. Ficou muito evidente na tipografia moderna o contraste entre traços grossos e finos em uma mesma letra, além de serifas mais retas e finas.

  • Egípcias

Foram feitas principalmente para utilização em cartazese e se expandiram ao longo do século XIX. São fontes bem mais pesadas assim como suas serifas que possuem na maioria das vezes a mesma largura de suas hastes. Esta categoria nasceu juntamente com os primeiros cartazes publicitários, neste período fontes decorativas foram criadas para chamar a atenção do público por volta do século XIX.

Sem serifa

As fontes Sans-Serif, do francês “sem serifa”, são aquelas que não possuem esses prolongamentos e pequenos traços nas extremidades das letras. Um exemplo que todos conhecem é a Arial. As sans-serif são divididas nos seguintes sub-grupos:

  • Humanistas

Mesmo que não possuam mais serifas, são tipografias baseadas em características humanistas como o fato da terminação das letras nem sempre terem linhas com ângulos de 90º, costumam ter o eixo vertical. Suas curvas são leves, e em alguns casos o remate da letra “a” lembra o final de um texto escrito em pena.

  • Transicionais

Esses tipos possuem um estilo reto e uniforme, parecido com os das letras transicionais serifadas. É muito usado no mundo todo, pois é básico e serve para muitas situações como um título, ou escrever um texto mantendo uma alta legibilidade.

  • Geométricas

São fontes originadas de formas geométricas como o círculo, quadrado e triângulo. Este tipo de fonte geralmente são “afiadas”. A e M possuem os topos de suas letras em forma de triângulos e os O e Q são formados a partir de círculos exatos. Um exemplo é a fonte Futura criada na época da 1ª Guerra Mundial. Ela tem uma percepção fria, quase sem expressão, são cantos de ângulos perfeitos, interiores com círculos perfeitos e pontas com triângulos bem afiados.

Cursivas

As fontes cursivas geralmente são usadas nos convites de casamento, elas se aproximam da escrita humana e passam maior sensação de humanização. São mais trabalhadas e com mais ornamentos, seu uso geralmente está associado à sofisticação, algum convite ou certificado. Pelo seu grande detalhamento ela não é aconselhada para textos longos.

Fontes:

Baseado no curso Fundamentals of Design, Level 1: Tipography. Code School.

E nos artigos: http://chiefofdesign.com.br/guia-tipografia-parte-01/ e http://chiefofdesign.com.br/guia-tipografia-parte-02/

 

Este texto foi originalmente publicado em: https://medium.com/@julliasaad/tipografia-91f5957b50f7#.as7e3ng75

JavaScript: O nascimento

JavaScript: O nascimento

JavaScript: O nascimento

Atualmente, é impossível imaginar a Internet sem a existência do JavaScript. Hoje praticamente todas as páginas executam código JavaScript.

Mas afinal como ele surgiu ?

Origem

O JavaScript surgiu na década de 90 por Brendan Eich que prestava serviços a Netscape.

Essa década foi um periodo de grandes mudanças, pois os browsers ainda eram estáticos. O navegador mais famoso na época era o Mosaic da NCSA.

NCSA Mosaic

 

E assim nasce a Netscape em 1994 com o intuito de explorar esse novo universo, a Web. Pouco tempo depois, é criado o Netscape Navigator e BUMMM! domina o mercado. Muitos devs da NCSA acabaram indo para esse novo e promissor projeto.

      Netscape Navigator

 

Logo, a Netscape chega à conclusão que a web deveria ser mais dinâmica, pois o Navigator sempre precisava fazer uma requisição ao servidor para obter qualquer resposta no navegador. E é aí que Brendan Eich entra nessa história, quando a Netscape o contrata para criar uma linguagem que realizasse esse novo desejo de uma web dinâmica.

A proposta inicial era a implementação da linguagem Scheme, baseada em LISP, puramente funcional, no Navigator. Porém a Netscape tinha projetos anteriores em conjunto com a Sun Microsystems para colocar sua mais recente e promissora linguagem de programação, o Java, no Navigator. Houve várias discussões internas sobre em qual linguagem Eich deveria se basear. Então Brendan cria o primeiro protótipo de JavaScript nomeado como Mocha, que vinha com uma sintaxe parecida com o Java, com valores primitivos e objetos. O Mocha logo de cara também sobreu uma influência funcional do Scheme e pouco tempo depois de outras linguagens como Self(protótipos), Perl(expressões regulares) e Python(strings, arrays).

A linguagem é renomeada para LiveScript por questões relacionadas a patentes. E em novembro de 1995, sai uma nova versão do Navigator com o LiveScript(aquela versão feita em dez dias, exato!). E em Dezembro do mesmo ano é renomeada para JavaScript. O nome JavaScript já era patenteado pela Sun Microsystems(Oracle), mas a Sun liberou o uso do nome afim de se unir a Netscape e destruir a temida Microsoft MUAHAHA.

ECMA

Logo após a criação do LiveScript, a Microsoft “CRIOU”, uma linguagem idêntica para o Internet Explorer 3 o JScript. Para conter essa nova “CRIAÇÃO” da Microsoft, a Netscape decide normatizar a linguagem com a companhia ECMA International, especializada em padrões e normativas. Assim começam os trabalhos na normativa ECMA-262.

A Netscape tinha um certo medo do rumo que o mercado estava tomando então toma uma atitude para obter total controle: cria uma nova patente e com a composição de ECMA + JavaScript nasce o ECMAScript. Porém, até hoje a linguagem é conhecida por JavaScript. O ECMAScript é utilizado para referenciar as versões da linguagem.

A ECMA-262 é mantida por um comitê composto por especialistas de grandes empresas como Microsoft, Mozilla e Google. E obviamente entre o comitê está Brendan Eich.

Histórico das versões

ECMAScript 1: A versão de dez dias.

ECMAScript 2: Mudanças editoriais para alinhar a ECMA-262 com o padrão ISO/IEC 16262.

ECMAScript 3: do-while, expressões regulares, métodos para objeto string etc.

ECMAScript 4: Foi criada uma nova versão para JavaScript porém foi rejeitada pois a quantidade de novas funcionalidades tornaria da migração entra as versões incompatível.

ECMAScript 5: getters e setters, ‘use sctrict’, métodos para arrays, suporte a JSON etc.

ECMAScript 6(2015): Sintaxe mais enxuta, arrow function, binary data, arrays tipados, coleções (maps, sets), promises, reflection etc.

ECMAScript 7(2016): adiciona algumas features como operadores exponenciais, Array.prototype.includes etc.

Alguns browsers ainda não dão suporte total às versões 6 e 7. Porém existem ferramentas que possibilitam traspilar as novas versões para a versão 5 através de libs como, por exemplo, Babel.

Referências