Todos São Responsáveis pelos Clientes!

Todos São Responsáveis pelos Clientes!

Confira porque todos na empresa, do porteiro ao presidente, são fundamentais quando assunto é encantar o Cliente. Seja no contato pessoal, telefônico, na elaboração de uma proposta e até no cuidado com os processos internos é preciso ter Clientividade! Confira no Direto ao Ponto com César Souza

fonte: blog.cesarsouza.net

As 11 características de um “Time Campeão”

As 11 características de um “Time Campeão”

Um dos maiores desafios dos líderes é o de construir um time de alta performance. Para montar um time campeão, o líder precisa integrar os membros da sua equipe, criando sinergia e obtendo o melhor de cada. Mas nem todos conseguem o grau de integração almejado. Alguns atingem os objetivos propostos à custa da felicidade das pessoas, em um ambiente de competição nociva e discórdia. Outros até criam excelente clima entre as pessoas, mas a equipe não consegue produzir os resultados necessários e reina entre elas uma espécie de integração improdutiva.

Vários executivos me convidam para ajudá-los na integração de suas equipes e com grande frequência me revelam que seus diretores “são craques, super reconhecidos pelo mercado, ganham prêmios, são inteligentes, dominam seus assuntos como poucos, mas, não conseguem jogar juntos”.

Gostaria que você tentasse se lembrar sobre as inúmeras vezes em que presenciou ou soube de pessoas que são competentes individualmente, mas que se mostram incapazes de contribuir para o trabalho em equipe e para maximizar o potencial de cada membro do grupo.

Na prática de esportes visualizamos com mais facilidade os benefícios criados pelo esforço conjunto, integrador e interdependente ou os prejuízos causados pelo individualismo, quando o estrelismo é mais forte que o conjunto. Muitas empresas são parecidas com times de futebol. Elas também possuem craques nos diferentes setores – Finanças, Logística, Marketing, Produção etc. –, mas a própria estrutura departamentalizada que funciona na base do “cada macaco no seu galho” impede a sinergia. A consequência é um custo invisível bastante elevado que corrói a eficácia da empresa como um todo.

Ao longo da minha trajetória tenho observado algumas iniciativas dos líderes que fazem com que um grupo de pessoas, verdadeiras “ilhas de excelência”, se transformem em equipes, em “arquipélagos de excelência” e trabalhem como sinfonias de competências.

A primeira iniciativa que faz a diferença é a correta escolha dos membros da equipe. Muitos líderes negligenciam o processo de escolha e depois passam o resto do tempo gerenciando problemas em vez de lidar com oportunidades.

Os líderes precisam investir muito mais na hora de definir os membros da sua equipe. Nas empresas, precisam resistir à tentação de selecionar pessoas com base no currículo, que apenas registra dados do

passado e não do futuro. Precisam fundamentar suas escolhas mais nas atitudes e menos na competência técnica e formalidades educacionais.

Precisam deixar também de preferir pessoas “feitas à sua imagem e semelhança”, ou seja, quem pensa, age e possui competências semelhantes.

Ter um bom conjunto não significa ter apenas jogadores previsíveis, pois o risco da mediocridade é grande. Pessoas talentosas também podem desenvolver o sentido de conjunto, de trabalho em equipe.

Mas, além da Integração, da força do conjunto, 10 outras características são fundamentais para formar um time de campeões, no futebol ou nas empresas:

– Clareza sobre o gol, o propósito – Conhecimento do mercado / campo de atuação – Capacidade de cuidar do todo, não só da parte – Inovação – Foco – Iniciativa – Perseverança – Humildade – Fazer mais que o combinado e superar obstáculos – Paixão

Nesse time de 11 características, ainda falta elencar o 12º jogador, a TORCIDA, que na empresa pode ser simbolizada pelos stakeholders – clientes, comunidade, parceiros, sociedade, etc – que possuem o grande poder de tornar vencedor um empreendimento quando se apaixonam pela sua causa e pela marca. Ou que também, inversamente, possuem a capacidade de destruir a reputação, imagem e a longevidade de qualquer empresa.

fonte: blog.cesarsouza.net

Implementando API com ASP.NET Core 2.1 — Parte 1

Implementando API com ASP.NET Core 2.1 — Parte 1

Hoje vamos aprender a implementar uma API simples.

ASP.NET Core é uma versão cross-plataform e open-source do .NET framework, utilizado para desenvolvimento de serviços REST baseados em nuvem. Esse serviços são expostos para serem consumidos através de requisições HTTP ou HTTPS.

O cliente (softwares que consomem as APIs) que irá consumir o serviço, pode ser um aplicativo mobile, desktop, página web entre outros.

Na primeira parte, vamos criar uma API que que retornará nomes dos estados brasileiros.

Para os exemplos, é utilizado o Visual Studio 2017. Caso ainda não possua, segue o link para download da versão Community:

Abra o VS 2017 e clique em File > New > Project;

Selecione as opções Visual C# > .NET Core > ASP.NET Core Web Applications;

Informe o nome da aplicação, localização onde será criado o projeto (opcional) e clique em OK;

Uma nova janela será exibida com algumas opções. Certifique-se de utilizar o ASP.NET Core 2.1 e desmarque a opção “Configure for HTTPS”, conforme exemplo abaixo:

Dentre as várias opções, destacamos duas específicas, que são a Empty e API. Na primeira opção, o projeto é criado sem qualquer tipo de template, ou seja, você terá que implementar a API manualmente. Na segunda opção, é criado um projeto utilizando um template padrão, ou seja, será criado uma API de exemplo, pronta para uso. Escolha a opção Empty e clique em OK.

Após o Visual Studio terminar de criar o projeto, temos a seguinte estrutura:

Vamos agora adicionar uma pasta como nome “Controller”.

Clique sobre o nome do projeto, botão direito do mouse e clique em Add > New Folder e coloque o nome mencionado acima na pasta.

Em seguida vamos criar uma nova classe dentro dessa pasta que representa nossa controller.

Clique com o botão direito do mouse sobre o nome da pasta que você acabou de criar, clique em Add > Class e dê o nome “EstadoController”. A estrutura deverá ficar conforme segue imagem abaixo:

Alguns pontos importantes que devem ser ressaltados:

  • Controller são classes que expõe métodos no qual recebem e processam as requisições em nossas aplicações. No controller é onde fica exposto todos os serviços disponíveis da nossa aplicação.
  • Por convenção, todo arquivo .cs que representa um controller possui seu nome finalizado com “Controller”. No exemplo temos o EstadoController.cs, mas se quisessemos criar um novo controle devemos nomea-lo assim: “NomeApiController”.
  • Startup.cs é onde fica contida a inicialização do nosso software.

Vamos agora, iniciar a implementação dos dados a serem retornados. Lembrando que para o exemplo, será feita da forma mais simples possível para o entendimento, portanto não há uma preocupação com a organização do código.

Vamos criar uma nova pasta em nosso projeto. Clique sobre o nome do projeto, botão direito do mouse e clique em Add > New Folder e coloque o nome “Dto”.

Em seguida vamos criar uma nova classe dentro dessa pasta, para isso, clique com o botão direito do mouse sobre a pasta que você acabou de criar, clique em Add > Class e dê o nome “EstadoDto”.

A estrutura deverá ficar conforme a imagem:

Vamos para a implementação da classe “EstadoDto”, que é a responsável por conter as informações do estado, portanto sua estrutura deve ser a seguinte:

https://gist.github.com/reniciuspagotto/219c2e6e34a331f68ba446eef6133163

Vamos agora para nosso controller, onde devemos criar um novo método privado que irá retornar uma lista de todos os estados brasileiros. Também vamos implementar nossos dois métodos GET, o primeiro busca todas as informações de todos os estado e o segundo retorna somente o estado com o id solicitado.

Abaixo temos nossa estrutura de classe a ser utilizado:

https://gist.github.com/reniciuspagotto/70a41ed7149ae0f22e68ac64dd8b26e9

Perceba que nossa classe possui uma herança da “ControllerBase” e dois atributos que são: [ApiController] e [Route(“api/estado”)].

O ControllerBase é uma classe que disponibiliza uma série de recursos para nossa API e o atributo [ApiController] indica que a classe é exposta para receber as requisições. Geralmente o [ApiController] e o ControllerBase são utilizados em conjuntos para potencializar os recursos de nossa API.

Com nossa API pronta, vamos agora configurar nossa inicialização do projeto para que nossa controller receba as requisições. Para isso, abra o arquivo Startup.cs onde sua estrutura deverá ser a seguinte:

Em nosso arquivo Startup.cs temos dois métodos muito importantes para configuração de execução da nossa aplicação.

O ConfigureServices será executado primeiramente e nele recebemos o parametro IServiceCollection, que é um container de serviços que será disponibilizado para a aplicação. Ao adicionar serviços nele, faremos com que estes serviços estejam disponíveis em todo nosso sistema através da injeção de dependência.

Portanto precisamos adicionar o MVC framework, que é reponsável pelo mapeamento e execução das requisições, ou seja, o MVC framework é que direciona para nossa API todas as requisições recebidas em nossa aplicação. Para adicione a seguinte linha de código conforme imagem abaixo:

O método Configure será executado posteriormente ao ConfigureServices e nele configuramos como nossa aplicação deverá processar cada requisição recebida. Aqui definimos os serviços disponíveis para cada requisição recebida.

No método ConfigureServices adicionamos o MVC framework ao nosso container de serviços e nesse método Configure, vamos configurá-lo para que cada requisição utilize o MVC Framework. Para isso, vamos modificar o método conforme imagem abaixo:

Pronto! API finalizada, mas antes de realizar os testes, alguns esclarecimentos pertinentes devem ser feitos.

Repare que nossa classe EstadoController está decorada com o atributo [Router(“api/estado”)]. Esse atributo é o responsável por definir a rota em que deve ser realizado a requisição HTTP ou HTTPS.

Aí vem a pergunta:

“Mas como nossa API sabe qual método deve ser utilizado?”

Repare que cada método nosso também possui um atributo, no caso, [HttpGet] que é um protocolo de comunicação responsável por indicar a ação de leitura de dados, porém em nosso arquivo possuímos duas variantes desse atributo.

O primeiro método possui apenas [HttpGet] e não recebe nenhum parâmetro, portanto ele vai retornar uma lista com todos os estados; o segundo método possui [HttpGet(“{id}”)] e recebe o parâmetro id, onde ele retornará somente o estado que possui aquele id específico, portanto nossa API, através dessas diferenças, consegue definir o método a ser utilizado naquele momento.

Chegou o momento de testarmos tudo o que fizemos. Para isso, execute o projeto e com o endereço e portas definidas, vamos realizar uma requisição.

No meu caso a rota padrão é http://localhost:52544, porém em sua máquina a porta final pode ser diferente, portanto, se atente a isso.

Ao realizar uma requisição no seguinte endereço http://localhost:52544/api/estado, é retornado a lista de todos os estados, conforme imagem:

E por fim, ao realizar uma requisição no seguinte endereço http://localhost:52544/api/estado/1 (note que é passado o parâmetro 1) é retornado somente um estado.

Com isso, temos nossa API de leitura pronta. No próximo post, será implementado a API para persistência das informações.

Renicius Pagotto

Renicius Pagotto

Software Developer .NET na Tegra

Por que fazer um radar de tecnologias?

Por que fazer um radar de tecnologias?

As tecnologias mudam e evoluem cada vez mais rápido e ignorar esse processo pode ser um grande risco para o negócio em que você atua. Na Tegra fazemos um radar de tecnologias uma vez ao ano para acompanharmos essas mudanças. Essa ideia surgiu do famoso radar criado pela Thoughtworks e da vontade de acompanhar a evolução da tecnologia e oferecer sempre a melhor solução para os clientes.

Um dos perigos de não acompanhar a evolução do mercado é se encontrar dentro de bolhas tecnológicas, onde só se vê determinada tecnologia de um distribuidor específico e todas as pessoas a sua volta também só falam nisso. Tudo parece ir muito bem, mas você pode estar dentro de uma bolha e geralmente quando isso acontece, todas as suas perguntas terão respostas certas (o que não é bom). Não existe a tecnologia perfeita para uma solução é preciso avaliar todos os prós e contras levando em consideração vários fatores, como time de desenvolvimento, infraestrutura, desejo do cliente, absorção de riscos e etc.

Um bom método de avaliar uma nova tecnologia que você pensa que irá encaixar perfeitamente na solução do seu problema, é focar nos seus pontos fracos, porque a partir do início da sua utilização o time de desenvolvimento irá absorver essas deficiências e terá que lidar com elas. Se os riscos forem mapeados e se mostrarem aceitáveis, essa tecnologia pode ser uma boa escolha dentro da sua empresa.

A construção do radar pode trazer muitos benefícios:

  • Saber o que está funcionando nos projetos e o que não já está mais.
  • Estimular a inovação através de estudo e pesquisa de novas tecnologias.
  • Avaliar os riscos de adoção de determinada tecnologia.
  • Melhorar a comunicação técnica entre os times e os membros de cada equipe.
  • Não criar silos tecnológicos, onde uma tecnologia só é dominada ou conhecida por times específicos.
  • Uma grande oportunidade para ter conversas sobre tecnologia.
  • Definir a visão tecnologia da empresa.

Como funciona?

O radar é divido em quatro quadrantes — nós mantivemos os mesmo quadrantes da ideia original.

  • Linguagens e Frameworks
  • Técnicas
  • Plataformas
  • Ferramentas

E cada quadrante possui quatro camadas. Essas camadas é que dão o real significado para as tecnologias que escolhemos.

Evite

Não inicie nada novo com esta tecnologia. Não há problema em usá-la em projetos já existentes, mas pense duas vezes antes de usar essa tecnologia para novos desenvolvimentos. Podem ser tecnologias que são muito novas ou que estão chegando no fim do seu ciclo de vida.

Avalie

Vale a pena explorar com o objetivo de compreender como isso afetará sua empresa. Deve-se dedicar algum esforço para sentir qual será o seu impacto. Geralmente as tecnologias dessa camada são as que entrarão em grande uso em um espaço curto de tempo.

Experimente

Vale a pena ir atrás porque é importante entender como desenvolver essa capacidade. As empresas devem experimentar esta tecnologia em um projeto que possa lidar com o risco. Projetos internos ou de pequeno porte são uma grande oportunidade para avaliar essas tecnologias.

Adote

Acreditamos firmemente que a indústria deveria adotar esses itens. Nós os usamos quando são apropriados em nossos projetos.

Como foi construído

Na Tegra prezamos pela participação de todos os colaboradores na maioria dos processos e dividimos a construção do radar em 4 etapas:

1. Lista de tecnologias

Todos os colaboradores adicionam em um planilha compartilhada separada por quadrantes, as tecnologias que querem no radar.

2. Votação por camada

Há uma votação onde todos participam e para cada tecnologia que estava na planilha da etapa anterior, votam para qual camada ela deve ficar. O resultado dessa votação serve de base para a próxima etapa.

3. Reunião de consenso

Nessa reunião participam alguma pessoas selecionadas pelas especialidades em determinadas áreas e com mais experiência. A partir do resultado da votação de cada tecnologia chega-se em um consenso em que camada a tecnologia vai ficar ou até mesmo se vai entrar realmente para o radar.

4. Construção e publicação do radar

A partir do projeto Build your own radar, customizamos o projeto e adicionamos os dados do processo de consenso. A publicação foi feita no site:

http://radar.tegra.com.br

O radar é como um alvo, um norte a ser seguido e quando todos os níveis de uma organização seguem no mesmo caminho e tem a mesma visão, isso se transforma em algo de enorme valor dentro de uma empresa.

Samuel Pisa

Samuel Pisa

Desenvolvedor de Software na Tegra Soluções Digitais

E-mail: samuel.pisa@tegra.com.br

Participação do nosso Desenvolvedor Felipe Oliveira no evento BrasilJS On the Road – Edição Sorocaba

Participação do nosso Desenvolvedor Felipe Oliveira no evento BrasilJS On the Road – Edição Sorocaba

 

No penúltimo fim de semana (09/06) Sorocaba teve a honra de receber a primeira edição do BrasilJS On the Road, evento que nasceu através da iniciativa da BrasilJs de levar a experiência da BrasilJs Conf a mais cidades.

A BrasilJs Conf é a principal conferência de JavaScript do Brasil e evento já tradicional no calendário da comunidade e a versão de Sorocaba não ficou por menos, já nascendo como a maior conferência de Javascript de Sorocaba e Região.

Com auditório cheio e ingressos esgotados os participantes tiveram acesso às diversas palestras tratando de temas técnicos, carreira e acessibilidade na web com destaque para a palestra do Sérgio Ramos que falou sobre Pessoas com deficiência na área de TI.

Com certeza a conferência já ficou marcada no calendário de Sorocaba e já aguardamos a edição de 2018.

#GoDev #GoJs

Link para os Slides das palestras.

A web para todos: como promover a inclusão digital através da performance

Isa Silveira: | Slides: https://goo.gl/wcr4ec

Transformando código spaghetti em código lasanha

Talysson de Oliveira | Slides: https://goo.gl/NbGFeQ

Da pré-história à atualidade no ecossistema Javascript

Dayany Espindola | Slides: https://goo.gl/jKj47R

Construindo uma carreira internacional em desenvolvimento

João Cunha | Slides: https://goo.gl/swDdxH

Acenda a sua luz com JS

Caique Mitsuoka | Slides: https://goo.gl/K14WGc

O incrível mundo das animações em Front-end

Miguel Soares | Slides: https://goo.gl/aKvi6W

Como Machine Learning melhora a UX de 500K mercadores

Breno Freitas | Slides: https://goo.gl/wAVD4w

Quem acompanhou o evento foi nosso desenvolvedor Felipe Oliveira que garante que o evento ” Foi incrível cheio de pessoas incríveis. Uma grande troca de experiências e enorme felicidade em ver o tamanho e a participação da comunidade de Sorocaba e Região”

Felipe Oliveira

Felipe Oliveira

Front End Developer na Tegra Soluções Digitais tentando viver de modo simples.

E-mail: felipe.oliveira@tegra.me

Fidelização digital: equacionando as variáveis de economia X vantagem X benefícios

Fidelização digital: equacionando as variáveis de economia X vantagem X benefícios

Eu sou cliente de uma pizzaria na cidade onde moro, Sorocaba — interior de SP, que há mais de 15 anos tem fidelização digital. Como, se não havia fidelização digital há todo este tempo, você se pergunta. Explico:

Case Pizzaria da Dona Oscarlina

Toda vez que ligo para pedir pizza, a senhora Oscarlina, dona da pizzaria, me atende me chamando por meu nome, pois cadastrou meu número em sua “bina”:

  • “Oi seu Polis, tudo bem com você? Continua andando de bicicleta? Seu pai e mãe estão bem?”

Ela conhece minhas preferências

Ela já me pergunta se vou querer a mesma pizza da última vez e fala o sabor que pedi:

  • “A mesma da última vez? calzone de gorgonzola e bacon?”

Como ela faz isto eu não sei, mas ela lembra meu último pedido.

Ela facilita minha vida

Uma vez liguei para ela mas não tinha dinheiro em mãos. Na época, a maquininha de cartão não vinha com o motoboy.

Perguntei se ela aceitava transferência bancária. Disse que sim.

Ela passou os dados da conta dela, transferi e enviei o comprovante por e-mail. Ela confirmou.

Dali em diante, nunca mais paguei de outra forma 🙂

Todos seus colaboradores se preocupam com o cliente

Uma vez o calzone chegou com mais de uma hora de atraso. Comentei com o motoboy que não gostei do atraso para não se repetir.

1 horas depois ela me ligou se desculpando pelo atraso e me deu um “vale Calzone grátis” para a próxima vez que eu pedisse.

Esta preocupação de passar o ocorrido para ela partiu do motoboy. Ou seja, todos da pizzaria se importam com a satisfação do cliente.

Ela supera minhas expectativas

Não bastasse isso, ela capta o que falamos por telefone: dei uma sugestão que ela poderia enviar algum docinho para tira gosto após a pizza.

Durante o nosso bate papo disse que o doce que eu mais gostava era o “dadinho”.

E não é que no próximo pedido o calzone chegou com um saquinho com 5 dadinhos!?!?

🙂

E isto consegue ganhar escala?

No caso da Pizzaria da Dona Oscarlina é bem provável que não, no entanto, os princípios que Dona Oscarlina aplica em seu negócio é o gerador de fidelização.

E o que deve-se entender por digital (leia-se dígital)?

Há varias definições para digital, mas a que mais gosto é uma que um autor que gosto muito escreveu:

“Ser digital é estabelecer uma relação humana com seu cliente nos diversos canais, conhecendo-o cada vez mais profundamente a cada interação, e, fazendo isto em escala” — Willian Polis

Gostei deste autor 😉

O que NÃO é ser digital?

Antes de adentrarmos no que acredito ser o caminho para a fidelidade digital, vamos listar o que NÃO é ser digital.

  • Fazer um aplicativo
  • Usar uma solução Omni Chanel
  • Se importar com o cliente somente para fisgá-lo para uma venda e abandoná-lo
  • Usar a tática da foca e ficar dando “peixinhos” para seduzir os clientes a fazerem aquilo que você queira que eles façam. Troque o “peixinhos” por prêmios, ofertas relâmpagos, super descontos, etc.

E o que é ser digital?

  • É ter toda a empresa com foco no cliente
  • É usar toda interação com o cliente uma oportunidade de encantá-lo
  • É conhecer os sentimentos e desejos de seus clientes

E como fazê-lo?

Mudança de cultura

É necessário uma transformação de cultura, ou seja, uma cultura onde o foco seja sempre o cliente.

A tecnologia oferece a grande oportunidade de conhecer o seu cliente de forma precisa e usar deste conhecimento nos momentos precisos em que o cliente chega até você.

O importante é que toda interação com o cliente tenha do outro lado alguém/algo (como aplicativo, sistema, uma pessoa, etc.) que busque o contato humano, captando seus interesses e sentimentos.

Digital como processo e não como ferramenta

Reduzir a digitalização do seu negócio a uma ferramenta, um aplicativo ou terminal de auto atendimento é subestimar o poder da digitalização.

Assim, encarar a transformação digital como um processo requer a criação de uma estratégia que não pode ser genérica, com aplicações em ondas e toda nova onda deve ser pautada por inteligência, baseada em dados captados.

O diferencial está em oferecer uma experiência e não somente a solução

A experiência pode ser de várias formas:

  • Rapidez
  • Superar expectativas
  • Interativa

O truque da experiência está em ter o foco no problema do cliente e encontrar alternativas de solução que vá ao encontro com seus sentimentos e valores.

Planejar, Fazer, (errar), medir, aprender … e repete o ciclo

O bom e velho PDCA, porém com insumos de análise oriundos do próprio usuário, que alimenta dados a cada interação.

Inovar é conviver no mar das possibilidades e encontrar alternativas para satisfazer o cliente.

Para isto, primordial é incentivar a participação ativa dos colaboradores e manter a comunicação horizontal, de forma a instigar a todos terem foco no cliente.

É necessário errar para aprender.

A chave do sucesso para transformação digital é o foco no cliente.

E você, o que acha?

Comentários, críticas e sugestões são muito bem vindas.

Fontes

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


Líder educador na Tegra
- Soluções Digitais, apaixonado por compreender pessoas, gerar soluções através da tecnologia, resolver problemas, aprender coisas novas e dedicar-me totalmente em tudo o que faço. E-mail: polis@tegra.com.br