Quais são os valores que norteiam sua empresa?

Quais são os valores que norteiam sua empresa?

Quais são os valores que norteiam sua empresa?

Todo empreendedor quando monta sua empresa sonha em torná-la grande e com sucesso.

Para isto, ele dedica seu tempo, sua energia e toda sua criatividade para fortalecer seu negócio, conquistar mais clientes, estabelecer-se como uma empresa sólida.

No entanto, este crescimento requer que mais pessoas façam parte da empresa, e, cada uma destas pessoas carrega consigo crenças, expectativas, formas de pensar e tantos outros fatores que, se não tiverem uma direção, podem trilhar um caminho diferente do que o esperado.

Uma das formas que direcionam nossas pessoas é o PROPÓSITO da empresa, que em poucas palavras, é o objetivo maior da empresa.

Outro fator de direcionamento é a VISÃO da empresa, que de forma mais palpável, descreve onde se quer chegar e quando.

Porém, para se atingir este PROPÓSITO e a VISÃO da empresa, existem vários “caminhos”:

  • Caminhos mais rápidos
  • Caminhos mais sólidos
  • Caminhos ilícitos
  • Caminhos inescrupulosos
  • Caminhos mais flexíveis
  • Entre outros

Imagine que sua empresa consiga atingir a VISÃO almejada mantendo o PROPÓSITO inicial, porém pagando propinas, extorquindo fornecedores e prejudicando ilicitamente os concorrentes; talvez seja um preço alto a ser pago para se atingir tais objetivos.

Daí nasce os VALORES.

VALORES são as “regras do jogo”; ou seja: é o conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como esta se comporta e interage com outros indivíduos e com o meio ambiente.

Na Tegra, nossos valores são os seguintes:

  • Melhoria Contínua
  • Produtividade
  • Comprometimento
  • Gerar Soluções
  • Gostar de Problemas Complexos
  • Diálogo
  • Ambiente Agradável
  • Auto-organização
  • Transparência
  • Diversidade
  • Consistência
  • Responsabilidade Social
  • Faça!

Eles são nossos norteadores em vários momentos diários:

  • tomada de decisão
  • priorização entre projetos
  • relacionamento com clientes e fornecedores
  • composição de nossos times

Os valores de uma empresa precisam ser sólidos e especialmente vivenciados no dia a dia, desde o diretor da empresa à todos os demais, colaboradores e terceiros.

Uma definição mais informal sobre valores é a seguinte:

Valor é aquilo que é praticado quando ninguém estiver te vendo

É muito importante a renovação destes valores periodicamente, pois a empresa, como um órgão vivo que é, requer mudanças e adaptações.

O importante é garantir que estes valores sejam permeados por todos os níveis da empresa, pois são eles que vão garantir que as pessoas certas componham seu time.

Um momento em que os valores faz muita diferença é no processo de seleção e contratação de uma nova pessoa para compor seu time.

Muitas vezes encontramos pessoas com uma capacidade técnica excelente, com grandes contatos comerciais ou ainda o advogado mais competente da região para compor seu time, mas seus valores são incompatíveis com os da sua empresa. Em um cenário deste tenha certeza: NÃO CONTRATE ESTA PESSOA.

Capacidade técnica pode ser adquirida; relacionamentos comerciais podem ser construídos; competência o próprio tempo irá demonstrar, porém VALORES são muito mais difíceis de serem assimilados.

Encerro este post discordando de Maquiavel: “os fins NÃO justificam os meios”.

Até a próxima!

Willian Polis no Lidercast

Willian Polis no Lidercast

Willian Polis no Lidercast

O Lidercast é um podcast sobre liderança e nosso diretor Willian Polis é um dos convidado. Nas palavras do hoster Luciano Pires, Willian Polis é exemplo daqueles empreendedores brasileiros que a partir de um sonho, de uma visão, montam um negócio próprio e fazem acontecer.

Confira: http://podplayer.net/#/?id=38521847

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


Líder educador na Tegra
- Soluções Digitais, apaixonado por compreender pessoas, gerar soluções através da tecnologia, resolver problemas, aprender coisas novas e dedicar-me totalmente em tudo o que faço. E-mail: polis@tegra.com.br

O varejo precisa de inteligência!

O varejo precisa de inteligência!

O varejo precisa de inteligência!

O varejo de uma forma ampla é composto de muitas operações de grande complexidade e que tomam todo o tempo de sua gestão e staff. Operações como:

  • Definir o mix correto de produtos
  • Comprar bem: produtos certos nas quantidades certas
  • Precificar adequadamente
  • Otimizar sua cadeia logística, interna e externa
  • Prevenir rupturas
  • Controlar validade de produtos
  • Fidelizar o cliente
  • E muitas outras operações

O grande problema é que diante de tantas operações, margens apertas, grande concorrência e tudo isto em uma velocidade altíssima de mudanças, fica difícil tomar decisões inteligentes.

O que mais ocorre é que as decisões e ações são tomadas baseadas na experiência e no “feeling” dos gestores e coordenadores.

Muitas vezes, problemas que estão escondidos nos números, somente acabam por serem conhecidos pelos gestores de uma empresa quando se é muito tarde, resultando em grandes prejuízos e muitas vezes na falência de uma empresa.

Sim, o varejo precisa muito de inteligência

O dono de um negócio e seus gestores precisam não somente de dados e informações mas, precisam de inteligência!

Existem vários sistemas que dão o total de vendas, o custo operacional, as despesas por centro de custo e até mesmo a produtividade dos colaboradores. Diante destas informações, quais ações tomar?

Além de definir as ações, em qual prioridade executá-las?

É preciso estratégia

Esta semana li o artigo do Steve Blank de título: Strategy Is Not A To Do List. Nele, Steve conta a história de dois ex-alunos que estavam iniciando uma startup, e, para validar suas hipóteses buscaram definir a partir de volume de dados, o público alvo, preço, aderência, etc.

Steve se animou até que eles disseram: “e vamos lançar nosso produto em 3 semanas”. Steve questionou: “mas vocês já conseguiram validar suas hipóteses” e eles responderam “não, ainda precisaremos de alguns meses para valida-las, mas nossos investidores acreditam que não devemos perdermos o timing do mercado”.

Para Steve eles estavam tratando o momento de entender o contexto que estavam inseridos como apenas um checkpoint e não dando o devido tempo para elaborar uma estratégia.

E quantos negócios que, em resposta a uma pressão do chefe, acabam fazendo ações sem planejamentos, sem definição de meta, cronograma; simplesmente fazem por fazer?

Estratégia: o bom e velho PDCA

Estratégia tem a ver com a capacidade de analisar a situação atual, de preferência baseado em números, e planejar alternativas para manter os bons indicadores e melhorar os não tão bons assim.

A partir disto, desenvolver processos, lista de tarefas e pontos de checagem na linha do tempo com indicadores de meta.

Os pontos de checagem, muitas vezes deixados de lado devido a correria do dia a dia, são de extrema importância para saber se as ações planejadas estão sendo feitas e se os resultados almejados estão sendo alcançados.

E este ciclo deve se repetir continuamente com periodicidade mediana (não muito curta nem muito longa, variando para cada tipo de negócio) para que o estímulo necessário para cada novo ciclo possa ser alcançado.

Mas e a parte da inteligência?

Inteligência tem a ver com analisar os dados e baseado em dados históricos (meses de anos anteriores e indicadores de referência do segmento) gerar uma base de ações que são utilizadas como apoio para as ações atuais.

O grande problema, em especial dos pequenos e médios varejistas, é que nem mesmo o “arroz com feijão” é feito de forma adequada, ou seja, operações triviais não são planejadas.

Muitos tem sistemas, tem ferramentas, até mesmo consultorias externas, mas com o tempo, acabam se “perdendo”.

Gestão na palma da mão

O dono, CEO, gerente e todo o time da empresa precisa ter, cada qual limitado a sua função e região, os indicadores principais da operação:

Diagnósticos:

  • Classificação ABC
  • Cadastros ativos sem movimento

Estoque

  • Estoque abaixo do minimo
  • Ruptura
  • Excesso
  • Virtual
  • Negativo

Financeiro

  • Venda
  • Ticket Medio
  • Margem Bruta
  • Descontos
  • Acompanhamento de promoção

Operações

  • Cliente atendidos
  • Performance de balconista
  • Inventário Rotativo

E outros indicadores que sejam importantes para a análise da saúde da empresa.

Muitas vezes a empresa possui BI que permite que o usuário possa confrontar dados, realizar análises, sendo que se os indicadores básicos estiverem sendo monitorados já é suficiente.

Conclusão

Eu acredito que o varejo é uma área muito dinâmica e que suas operações são muitas e de grande complexidade.

O varejo muitas vezes possui muitas ferramentas, porém pouca inteligência histórica para auxílio na tomada de decisão.

É importante que o gestor da empresa tenha na palma da sua mão os números principais que indicam a saúde da empresa e permita que ações possam ser tomadas com base em dados.

Conheça o GO Analytics

O GO Analytics é a ferramenta de gestão na palma da mão móvel da Tegra.

Conheça:

Alertas inteligentes e pró-ativos
Indicadores agrupados por região para visão da alta gestão
Indicadores por loja
Indicadores detalhados em tempo real
Análises comparativas por dia semana, mês e ano

Saiba mais em http://govarejo.com.br/

Até a próxima!

 

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


Líder educador na Tegra
- Soluções Digitais, apaixonado por compreender pessoas, gerar soluções através da tecnologia, resolver problemas, aprender coisas novas e dedicar-me totalmente em tudo o que faço. E-mail: polis@tegra.com.br

Equipe Tegra é finalista do Hackathon Ciab

Equipe Tegra é finalista do Hackathon Ciab

O que é o Hackathon Ciab?

O Hackathon Ciab é a primeira iniciativa da FEBRABAN visando o engajamento com a comunidade empreendedora no desenvolvimento de ferramentas e soluções para os principais desafios do mercado bancário. Trata-se de uma maratona de desenvolvimento e programação que aconteceu nos dias 03 e 04 de junho (de forma ininterrupta). Foram 4 temas que nortearam os projetos desenvolvidos durante o Hackathon, todos em consonância com os principais desafios tecnológicos atuais no meio bancário, são eles:

  • Onboarding Digital, Autenticação e Experiência do Cliente;
  • Segurança Digital e Detecção de Fraudes;
  • Interface de Inteligência Artificial e Soluções Cognitivas para Transações Financeiras;
  • Insights Financeiros através de Big Data e Analytics.

A nossa solução — KiBank

Sketch da ideia Nossa solução

E o que é o KiBank?

Uma estratégia de onboarding digital utilizando educação financeira de adolescentes e jovens via app sob gestão de um sponsor (pai, mãe, tio, padrinho, etc). Imagine o seguinte, um app onde eu cadastro meu filho, sobrinho ou neto, como uma subconta que recebe uma transferência mensal. Este kibanker está na faixa dos 11 aos 17 anos, é um pré universitário. Com este app, ele ganha uma carteira digital com cartão pré pago e, a partir daí, tem início sua vida financeira digital.

Kibankers

kibanker consegue definir uma meta de algo que ele queira comprar e que custe mais do que ele recebe por mês, um celular por exemplo. Conforme ele vai poupando, uma barra de progresso exibe o quanto ele alcançou do seu objetivo. Eu como seu responsável também consigo cadastrar uma meta para ele, exemplo, economizar 10% do que ganha todo mês, por 6 meses, e ele
ganha o celular.

Kibanker conquistas

O app também incentiva o filho a poupar para atingir seu objetivo. O pai consegue acompanhar o extrato do filho e, inclusive, intervir quando o filho estiver “pisando na bola”. O público alvo são pais, avós, tios com fluxo financeiro que se preocupam com a educação financeira de seus kibankers, sem perder a gestão sobre os gastos. Bom para os pais que acompanham e educam seus filhos na questão financeira; bom para os filhos que aprendem a se planejar financeiramente.

E bom para os bancos? Com certeza!

  • Oferta de produtos para os sponsors: previdência, capitalização, fundo faculdade e etc. Tudo com foco para os kibankers.
  • Fidelização: Clientes satisfeitos são mais rentáveis.
  • Manter o dinheiro no banco: em geral este dinheiro é dado em espécie para o uso do seu filho.
  • Onboarding instantâneo, simplesmente convertendo a subconta em conta, com histórico de gastos, análise de perfil e referência de um sponsor.

Com esta solução, focamos na experiência do cliente em relacionar-se com o banco, de um onboard de altíssima qualidade e sem ruídos.

O time

Time tegra Nosso time (da esquerda para a direita): Gabriel Jacquier, Emerson Abdias, Celso Wo, Samuel Pisa e Willian Polis. Time tegra Time tegra Pessoal no 1º dia da CIAB. O Canaltech fez uma transmissão ao vivo do anúncio dos 4 times finalistas:

Autor: Willian Polis

Autor: Willian Polis


Líder educador na Tegra
- Soluções Digitais, apaixonado por compreender pessoas, gerar soluções através da tecnologia, resolver problemas, aprender coisas novas e dedicar-me totalmente em tudo o que faço. E-mail: polis@tegra.com.br